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Projeto sobre arquivamento de multa de trânsito pronto para o Plenário

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Os deputados da Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas aprovaram em reunião nesta terça-feira (13/6/23) parecer favorável de 1º turno ao Projeto de Lei (PL) 2.796/21, de autoria do deputado Bruno Engler (PL).

A proposição dispõe sobre a obrigatoriedade de os órgãos de trânsito do Estado explicitarem nas notificações de penalidade o teor do artigo 281, parágrafo único, inciso II, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Com a aprovação do parecer, o PL 2.796/21 já pode ser votado de forma preliminar pelo Plenário da ALMG.

Esse trecho do CTB de que trata a proposição prevê que o “auto de infração será arquivado e seu registro julgado insubsistente se, no prazo máximo de trinta dias, não for expedida a notificação da autuação”. Ou seja, a multa precisa ser enviada pelos órgãos de fiscalização que compõem o Sistema Nacional de Trânsito ao infrator no prazo máximo de trinta dias ou será arquivada.

O parecer da relatora, deputada Maria Clara Marra (PSDB), foi pela aprovação da matéria na forma de um novo texto (substitutivo nº 1), que apresentou, ficando assim descartada (prejudicada) emenda aprovada anteriormente ao projeto pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

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Da mesma forma, como também já foi contemplada no novo texto, proposta de emenda apresentada na reunião da Comissão de Transporte pelo próprio autor da matéria também foi ignorada.

A emenda proposta pela CCJ estabeleceu prazo de vigência (90 dias) para que os órgãos do Estado possam se adequar. Já a emenda proposta por Bruno Engler inclui dispositivo para deixar claro que a autuação será nula caso o medidor de velocidade tenha sido aferido há mais de 12 meses.

Conforme lembra o parecer aprovado, em sua justificativa o autor afirma que, para fins de facilitar o acesso à informação, o projeto tem por objetivo assegurar o conhecimento da legislação de trânsito por parte do cidadão.

“O projeto é meritório, uma vez que busca colocar em prática os princípios da moralidade e da publicidade, que devem pautar a atuação da administração pública, conforme disposto no artigo 37 da Constituição Federal”, aponta Maria Clara Marra, em seu parecer.

Sistema de Notificação Eletrônica já prevê desconto com aplicativo

O parecer aprovado pela Comissão de Transporte lembra ainda que, em 2021, foi criado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) o Sistema de Notificação Eletrônica (SNE) que possibilita que os proprietários de veículos automotores tomem ciência de eventuais notificações de infrações de trânsito que tenham recebido, por meio de aplicativo, e obtenham descontos no pagamento das infrações de trânsito no próprio aplicativo ou solução web.

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“Entendemos que a informação sobre a existência do SNE e sobre a possibilidade de os cidadãos proprietários de veículos serem notificados eletronicamente deve ser incluída no projeto de lei em estudo, sob o mesmo argumento de se colocarem em prática os princípios da moralidade e da publicidade”, completou a relatora, em seu parecer.

Ainda conforme o parecer, o novo texto do PL 2.796/21 sugerido pela Comissão de Transporte substitui o termo “notificação da penalidade” por “notificação da autuação”, visto que o artigo 281 do CTB trata exatamente sobre esse momento do processo de penalização, relativo ao descumprimento das leis de trânsito: a notificação da autuação.

“A notificação da penalidade é o processo seguinte, em que o cidadão é, de fato, penalizado com multas ou outras medidas administrativas e sobre o qual incidem prazos e regras diferentes”, conclui o parecer.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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