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Projeto sobre fiscalização de produtos vegetais passa por duas comissões

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O Projeto de Lei (PL) 1.782/23, que regulamenta a fiscalização de produtos vegetais no Estado, passou por duas comissões da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta quinta-feira (14/12/23). A proposição recebeu o aval das Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Agropecuária e Agroindústria em 1º turno.

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De autoria do governador Romeu Zema, a proposição cria o Serviço Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, para fiscalizar produtos como cereais, frutas, grãos, hortaliças, bebidas e outros derivados de origem vegetal. Os objetivos dessa inspeção são coibir o processamento clandestino, por meio do registro de estabelecimentos produtores e da fiscalização da armazenagem e do transporte desses produtos.

Em sua justificativa, o governador Romeu Zema lembra que Minas Gerais não conta com uma norma que regule de forma abrangente a fiscalização de produtos de origem vegetal. Na sua avaliação, a criação de mecanismos de inspeção poderá agregar valor à cadeia produtiva da cachaça, estimulando o processo de regularização dos produtores.

Conforme o PL 1.782/23, caberá ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) executar as atividades de fiscalização e aplicar as penalidades previstas para quem descumprir a futura lei. Porém, a redação original do projeto abre a possibilidade de convênios e parcerias com entidades públicas ou privadas para a realização dessas atividades.

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Ainda de acordo com a redação original do PL 1.782/23, poderão ser apreendidos produtos adulterados ou falsificados, que ofereçam risco à saúde pública ou que tenham sido embalados, transportados ou armazenados em condições inadequadas.

Os estabelecimentos que não seguirem as determinações para garantir a qualidade dos produtos de origem vegetal estarão sujeitos a multa de até 35 mil Ufemgs (R$ 176.291,50), suspensão da fabricação, cassação do registro do produto e até interdição total do seu funcionamento.

CCJ retira permissão de convênio com entidades privadas

O relator do PL 1.782/23 na CCJ, deputado João Magalhães (MDB), apresentou o substitutivo nº 1. Esse novo texto acolhe sugestões de emenda dos deputados Lucas Lasmar (Rede) e Doutor Jean Freire (PT), de modo a retirar da redação original a previsão de celebração de convênio com entidades privadas para a execução das ações de fiscalização.

Além disso, o substitutivo nº 1 retira do texto original a revogação da Lei 13.463, de 2000, que determina que fabricantes e distribuidores de bebidas alcoólicas devem fazer constar nos rótulos desses produtos as expressões “Proibida a venda a menores de 18 anos” e “O uso imoderado desta bebida faz mal à saúde”.

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Comissão de Agropecuária faz correções técnicas no texto

Na Comissão de Agropecuária, o relator, deputado Raul Belém (Cidadania), apresentou o substitutivo nº 2. Esse novo texto mantém as alterações promovidas pelo substitutivo nº 1, fazendo correções técnicas na redação. Além disso, explicita que as ações de fiscalização de produtos de origem vegetal compõem a Política Estadual de Defesa Agropecuária.

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O PL 1.782/23 ainda precisa ser analisado em 1º turno pelas Comissões de Saúde e de Administração Pública.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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