Política
Projetos de estímulo a construção de moradias populares avançam na ALMG

Dois projetos de lei que tratam do estímulo a construção de moradias populares tiveram pareceres favoráveis aprovados na tarde desta quarta-feira (5/7/23) em reunião da Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). As duas proposições, PLs 194/23 e 195/23, são de autoria do mesmo parlamentar, o deputado Leleco Pimentel (PT).
O PL 194/23 altera a Lei 18.315, de 2009, a qual institui a Política Estadual de Habitação de Interesse Social (Pehis), acrescentando entre as diretrizes dela o incentivo ao associativismo e cooperativismo habitacionais por meio da autogestão na produção social de moradias. Com a aprovação do parecer, a matéria já pode seguir para votação preliminar (1º turno) no Plenário da ALMG.
O relator, deputado Rodrigo Lopes (União), opinou pela aprovação do PL 194/23 na forma de um novo texto (substitutivo nº 1) que, sem alterar o objetivo da proposta, torna mais objetiva a ementa do projeto e promove pequenas melhorias.
“Enfatizamos que o associativismo e o cooperativismo habitacionais desempenham um papel fundamental na produção social de moradias, especialmente quando adotados por meio da autogestão. Essas abordagens são baseadas na ideia de que os membros de uma comunidade podem se unir e colaborar para suprir suas necessidades habitacionais de forma coletiva, em vez de dependerem de forma passiva e exclusiva do mercado imobiliário ou do Estado”, aponta Rodrigo Lopes, em seu parecer.
O parecer ainda explica que existem dois tipos de deficit habitacional no Brasil: o quantitativo e o qualitativo. O primeiro se relaciona à falta de moradias próprias para a população. Já o segundo, o qualitativo, se refere às residências em condições precárias.
“Vale destacar a experiência do programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades, modalidade de financiamento habitacional do governo federal direcionada para famílias organizadas por meio de cooperativas habitacionais ou associações. Essa política pública financia, inclusive, a compra do terreno do empreendimento e também possibilita o pagamento antecipado dos projetos, o que garante relativa vantagem competitiva para as entidades no contexto do mercado imobiliário”, conclui o relator.
Construção por autogestão tem participação ativa de futuros moradores
De conteúdo complementar, o PL 195/23 institui diretrizes para a elaboração da Política Estadual de Produção Social de Moradia por Autogestão. O projeto ainda vai ser analisado pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) da ALMG antes de ser votado em 1º turno no Plenário.
O parecer da relatora, deputada Alê Portela (PL), foi favorável à aprovação da matéria mas na forma de um novo texto (substitutivo nº 2). Segundo explica o documento, o projeto estabelece os princípios da política, como a participação social, o exercício da cidadania e o direito social à moradia digna. Também determina conceitos sobre a temática e as diretrizes para o órgão responsável por sua gestão.
Em análise anterior, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) já havia sugerido um novo texto (substitutivo nº 1), apenas para dar viabilidade jurídica à proposta.
Já o parecer aprovado na Comissão de Assuntos Municipais vai além para, mantendo o mesmo conteúdo, sejam feitos ajustes sobre a temática das regiões metropolitanas e consolidações do texto, especialmente com a fusão dos artigos 5 e 6 do texto proposto pela CCJ.
O parecer aprovado explica que a produção de moradia por autogestão é um método de construção de moradias, geralmente utilizado por cooperativas habitacionais, grupos de habitação social ou comunidades, onde os futuros moradores participam ativamente do processo de planejamento, construção e gestão de seus próprios lares.
Essa abordagem, conforme acrescenta o parecer, tem como objetivo baratear a produção de habitação e permitir um maior controle e influência dos residentes sobre o resultado final.
A relatora ainda lembrou que, nos anos 2000, por ocasião da criação do Programa Minha Casa, Minha Vida, a autoconstrução foi institucionalizada como um meio legítimo e passível de se obter apoio financeiro governamental.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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