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Projetos de proteção a consumidores seguem para análise do Plenário

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Quatro projetos que receberam pareceres, nesta quinta-feira (14/9/23), da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa de Minas Gerais estão disponíveis para serem analisados pelo Plenário em 1º turno. Duas das proposições têm por objetivo a defesa dos consumidores mineiros.

O Projeto de Lei (PL) 1.423/15, do deputado Arlen Santiago (Avante), pretende proibir a cobrança de taxa de visita técnica ao consumidor para elaboração de orçamentos. O parecer do relator, deputado Roberto Andrade (Patriota), que também é o presidente da comissão, segue o entendimento da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que alterou o teor da matéria por meio do substitutivo nº 1.

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O relator da CCJ entendeu que o comando poderia configurar ingerêncial estatal na atividade econômica que, como regra, é livre. O novo texto apresentado, com o objetivo de proteger o consumidor de práticas desleais, torna expressa a obrigação do fornecedor de informar ao consumidor sobre os valores relativos à realização de orçamentos. A ausência de comprovação de que o consumidor concordou com o valor cobrado para a realização do orçamento implica a sua gratuidade.

“Sob a ótica desta Comissão de Desenvolvimento Econômico, não nos parece razoável que o fornecedor seja proibido de cobrar pelo orçamento, pois a realização da visita e a elaboração do orçamento pressupõem deslocamentos até a residência do consumidor, trabalho e fornecimento de serviço prévio, como, por exemplo, nas situações em que, é necessário desmontar o produto ou realizar análises que podem demandar horas técnicas de trabalho do prestador, que utilizará suas ferramentas, experiência, conhecimento técnico e know how”, justificou o relator em seu parecer.

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Projeto tenta impedir monopólio na produção de uniformes escolares

De autoria de Raul Belém (Cidadania), o PL 726/19 dispõe que os estabelecimentos de ensino estaduais públicos e privados serão obrigados a fornecer o modelo e as especificações técnicas do uniforme escolar e o logotipo da instituição para os fornecedores interessados na sua produção e na comercialização.

Determina, ainda, que as escolas divulgarão o nome dos fornecedores que os comercializam, bem como que deve ser feita pesquisa de mercado para posterior fixação do preço do produto, na hipótese de existir apenas um fornecedor capacitado para venda do uniforme.

Em sua justificação, o autor sustenta que a proposição visa preservar a livre concorrência entre as empresas fornecedoras de uniformes escolares, garantindo a efetividade do direito dos consumidores a preços não apresentados por monopólios, pois é comum que os estabelecimentos apresentem apenas um fornecedor.

O relator do projeto, deputado Fábio Avelar (Avante), acompanhou o entendimento da CCJ, que apresentou o substitutivo n° 1 para dar mais clareza ao texto original.

Polo moveleiro inclui novos municípios

Também recebeu parecer favorável da Comissão de Desenvolvimento Econômico o PL 281/23, que altera a Lei 23.765, de 2021, que institui o Polo Moveleiro de Ubá e Região. O objetivo é inserir no polo os municípios de Descoberto, Leopoldina, Paula Cândido e Viçosa, todos da Zona da Mata.

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O autor da matéria, deputado Coronel Henrique (PL), argumenta que tal mudança proporcionará um fortalecimento da cadeia produtiva do setor, incentivará a produção e comercialização de móveis e promoverá o desenvolvimento econômico dos referidos municípios.

O relator Oscar Teixeira (PP) acatou a matéria em sua forma original, como ocorreu também na CCJ, que a analisou anteriormente.

Outro projeto analisado recebeu parecer do deputado Roberto Andrade. O PL 239/23, da deputada Maria Clara Marra (PSDB), pretende tornar obrigatória a exibição de informações referente aos pontos turísticos de Minas Gerais nas salas de cinema situadas no Estado.

O texto original determina que tais informações serão fornecidas pelo Poder Executivo, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo.

Em análise preliminar, a Comissão de Constituição e Justiça destacou que o texto original penaliza o setor privado. Argumenta que o fomento à atividade turística seria eminentemente de responsabilidade do poder público, a quem caberia definir diretrizes para a atuação da iniciativa privada. Dessa forma, a referida comissão propôs o substitutivo n° 1, determinando que a veiculação das informações sobre turismo seja feita mediante parceria entre o poder público e a iniciativa privada, nos termos de regulamento.

O parecer da Comissão de Desenvolvimento Econômico foi aprovado da mesma forma que a CCJ.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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