Política
Projetos que beneficiam pessoas com deficiência são analisados pela CCJ

A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) emitiu, nesta terça-feira (20/2/24), parecer pela legalidade do Projeto de Lei 1.239/23, que institui a Política Estadual de Trabalho com Apoio para Pessoas com Deficiência.
De autoria do deputado Grego da Fundação (PMN), a matéria teve como relator o deputado Zé Laviola (Novo). Ele opinou pela constitucionalidade do projeto conforme o original.
A matéria destaca que a referida política tem como objetivo contribuir para o acesso, a inclusão e a permanência das pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
Para tal, traz oito princípios estruturantes, entre eles a promoção do bem, da dignidade e da não-discriminação entre as pessoas e a inclusão produtiva.
Também traz diretrizes da política como a formação, o aprimoramento, a capacitação e o assessoramento profissional da pessoa com deficiência, bem como a busca ativa de postos de trabalho compatíveis com o perfil profissional da pessoa.
A proposição estabelece ainda que os serviços e programas de trabalho com apoio devem propiciar atendimento adaptado ao tipo de deficiência e ao grau de dificuldade de inclusão no mercado de trabalho das pessoas com deficiência.
E também que esses serviços podem ser realizados mediante a parceria com sociedades comerciais, empresas, cooperativas, sindicatos, profissionais autônomos e universidades.
Matérias beneficiam pessoas com TEA
Outros dois projetos que beneficiam pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) foram analisados pela CCJ nesta terça (20) e receberam parecer pela legalidade.
De autoria da deputada Maria Clara Marra (PSDB), as duas matérias tiveram como relator o presidente da comissão, deputado Arnaldo Silva (União). Nos dois casos, ele apresentou um novo texto (substitutivo nº 1).
Originalmente, o PL 1.382/23 estabelece diretrizes para a inclusão desse público nas atividades esportivas no Estado. Já o PL 1.383/23 institui a Política Estadual de Estímulo às Sessões de Cinema Adaptadas para pessoas com TEA.
Inclusão nas atividades esportivas
Com relação ao PL 1.382/23, o relator esclareceu que o novo texto apresentado tem o objetivo de retirar dispositivos que adentram em matéria de regulamentação administrativa.
Para isso, o projeto passou a acrescentar dispositivos à Lei 8.193, de 1982, que dispõe sobre o apoio e a assistência à pessoa com deficiência.
Um desses dispositivos determina que o Estado deverá garantir, nos termos de regulamento, o direito de as pessoas com TEA participarem de atividades esportivas em Minas Gerais, visando promover a inclusão, o desenvolvimento físico e social bem como a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas.
O outro estabelece que serão observadas as seguintes diretrizes para fins de inclusão de pessoa com TEA nas atividades esportivas:
- realização de adaptações necessárias para garantir a participação plena e segura de pessoas com TEA em atividades esportivas;
- promoção de treinamento dos profissionais que atuam na área esportiva para compreensão das especificidades das pessoas com TEA e adoção de estratégias adequadas de ensino e inclusão;
- promoção de eventos esportivos inclusivos, com categorias adequadas às habilidades e necessidades de pessoas com TEA;
- disponibilização de recursos e materiais adaptados, quando necessário.
Estímulo às Sessões de Cinema Adaptadas
Já com relação ao PL 1.383/23, o relator apresentou um novo texto por considerar que incorre em violação ao princípio da livre iniciativa dos particulares obrigar a realização de sessões mensais de cinema em condições adaptadas às pessoas com TEA.
Ele também discordou da instituição de penalidades em caso de descumprimento da obrigação, pois, em sua opinião, daria dúvidas quanto ao ente federativo que se encarregaria da fiscalização e da aplicação de sanções.
Dessa forma, o substitutivo nº 1 passa a alterar a Lei 13.799, de 2.000, a qual dispõe sobre a política estadual dos direitos da pessoa com deficiência.
O objetivo é passar a prever a adoção de medidas para promover o acesso igualitário das pessoas com deficiência em eventos culturais, exposições, sessões de cinema e teatro e espetáculos musicais.
Os três projetos já podem seguir para análise da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência em 1º turno.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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