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Projetos que favorecem pessoas com TEA passam em comissão

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A Comissão de Defesa da Pessoa com Deficiência aprovou, nesta terça-feira (12/9/23), pareceres sobre dois projetos de lei (PLs) que favorecem pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

Os projetos são os seguintes: PL 462/23, que autoriza o Poder Executivo a fornecer adesivos para carros com a identificação desse público e a promover campanhas de conscientização sobre o segmento em situações de trânsito; e PL 253/23, que originalmente trata da criação do selo Empresa Amiga das pessoas com Transtorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e com autismo, que teve a nomenclatura alterada neste último caso para pessoas com TEA.

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Tramitando em 1º turno, o PL 462/23 tem como autora a deputada Lohanna (PV) e foi relatado na comissão pelo deputado Enes Cândido (Republicanos), que opinou pela aprovação da matéria na forma do substitutivo nº 2.

A proposição visa autorizar o Executivo a realizar campanhas de conscientização no trânsito sobre a condição de pessoas com TEA e a fornecer adesivos para carros com a identificação de que transportam pessoas com o transtorno. O objetivo é que os motoristas evitem perturbá-las com ruídos produzidos por buzinas, caixas de sons, escapamentos adulterados, apitos ou outros meios.

O relator explica que está de acordo com os argumentos da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que opinou pela aprovação da matéria na forma do substitutivo nº 1. Essa comissão inseriu a ideia central da proposta em forma de objetivo na Lei 13.799, de 2000, que institui a política estadual dos direitos da pessoa com deficiência.

No entanto, Enes Cândido avaliou que ainda assim são necessários aprimoramentos. E julgou conveniente incluir as pessoas com TEA em um grupo mais específico do que o de pessoas com deficiência, que seria o das pessoas cujas deficiências acarretam hipersensibilidade sensorial.

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O projeto segue para as Comissões de Transporte, Comunicação e Obras Públicas e de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO), antes de ir a Plenário.

Selo Empresa Amiga

Já o PL 253/23, de autoria da deputada Nayara Rocha (PP), está pronto para ser apreciado em Plenário em 2º turno. O parecer sobre a matéria foi aprovado na forma do substitutivo nº 1 ao vencido em 1º turno, apresentado pelo relator, deputado Grego da Fundação (PMN). Originalmente, o projeto dispõe sobre a criação do selo Empresa Amiga dos Autistas e Portadores de TDAH. Na CCJ, a nomenclatura foi alterada para Empresa Amiga das Pessoas com TDAH e com TEA.

O relator justificou a apresentação do substitutivo para contemplar sugestão recebida da autora do projeto, de acrescentar dois objetivos ao texto. Eles tratam de ações voltadas também à não discriminação e ao acolhimento e à promoção de bem-estar aos funcionários com TEA ou TDAH ou que tenham filhos com esses transtornos.

Portadores de fibromialgia poderão ser considerados pessoas com deficiência

Ainda na reunião, foi aprovado parecer de 2º turno ao PL 3.167/21, do deputado Professor Cleiton (PV), que reconhece os portadores de fibromialgia como pessoas com deficiência, para garantir a eles os mesmos direitos. O relator, deputado Grego da Fundação, opinou pela aprovação da matéria na forma do vencido em 1º turno, ou seja, o texto aprovado no Plenário com alterações.

A fibromialgia, caracterizada principalmente por dor musculoesquelética generalizada, impõe severas restrições aos pacientes e prejudica sua qualidade de vida, o que os colocaria em condições semelhantes às das pessoas com deficiência.

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O texto aprovado esclarece que fará jus aos mesmos direitos e benefícios previstos na legislação o indivíduo com fibromialgia que se enquadre no conceito de pessoa com deficiência. Isso porque uma doença por si só não é suficiente para que uma pessoa acometida seja considerada com deficiência.

Para que alguém seja enquadrado nessa condição, afirma o parecer, é necessário que sua doença imponha alteração estrutural ou funcional que limite ou dificulte sua participação na sociedade. Assim, uma pessoa pode ter fibromialgia sem que a doença traga limitações para sua participação na sociedade, não justificando seu enquadramento como pessoa com deficiência. O projeto está pronto para análise do Plenário em 2º turno.

Doenças raras

Por último, foi aprovado parecer de 1º turno ao PL 3.099/21, que institui a Carteira de Identificação de Pessoa com Doença Rara (CIPDR). De autoria do deputado Professor Wendel Mesquita (Solidariedade), a proposição segue para a Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) antes de ir a Plenário.

O relator Enes Cândido opinou pela aprovação do projeto na forma do substitutivo nº 2. Apesar de concordar com as mudanças propostas no substitutivo nº 1, da CCJ, ele entendeu que a matéria ainda requer aprimoramentos para ajustar terminologias usadas e ampliar seu escopo.

Dessa forma o termo “condições de saúde” foi substituído por “deficiência, doença grave ou outra condição incapacitante ou limitante de caráter permanente”. Do mesmo modo, foi substituído o termo “cédula de identidade” por “carteira de identidade”, como consta na Lei Federal 7.116, de 1983.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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