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Pronto para Plenário projeto que cria serviço de inspeção de produtos vegetais

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Já está pronto para apreciação do Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o Projeto de Lei (PL) 1.782/23, do governador Romeu Zema, que cria o Serviço Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal. Em reunião nesta terça-feira (2/4/24), a Comissão de Administração Pública aprovou parecer de 1º turno favorável à matéria, que dispõe sobre a fiscalização de produtos como cereais, frutas, grãos, hortaliças, bebidas e outros derivados de origem vegetal.

O objetivo da inspeção é coibir o processamento clandestino, por meio do registro de estabelecimentos produtores e da fiscalização da armazenagem e do transporte desses produtos. O relator, deputado Roberto Andrade (Patri), opinou pela aprovação do PL 1.782/23 na forma do substitutivo nº 3, que apresentou.

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Na justificativa do projeto, o chefe do Poder Executivo lembra que Minas não conta com norma que regule de forma abrangente a fiscalização de produtos de origem vegetal e diz que a criação de mecanismos de inspeção pode agregar valor à cadeia produtiva da cachaça, por exemplo, estimulando o processo de regularização dos produtores.

Terceirização

Na reunião anterior, o deputado Professor Cleiton (PV) havia pedido vista do parecer. Depois de analisar o texto, ele considerou, já na reunião desta terça (2), que o substitutivo nº 3 voltava com a possibilidade de terceirização da atividade de fiscalização de produtos de origem vegetal. Ele foi acompanhado nessa opinião pela deputada Beatriz Cerqueira (PT) e pelo deputado Sargento Rodrigues (PL). Na votação do parecer, esses três parlamentares votaram contra a aprovação. Outros três votaram favoravelmente. Com o empate, o vice-presidente da comissão, Roberto Andrade, apresentou seu voto de qualidade, desempatando o placar, a favor da aprovação.

Segundo a proposição, caberá ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) executar as atividades de fiscalização e aplicar as penalidades para quem descumprir a lei. Porém, a redação do projeto abre a possibilidade de convênios e parcerias com entidades públicas ou privadas para a realização dessas atividades.

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De acordo com o texto, podem ser apreendidos produtos adulterados ou falsificados, que ofereçam risco à saúde pública ou que tenham sido embalados, transportados ou armazenados em condições inadequadas. Os estabelecimentos que não seguirem as determinações para garantir a qualidade desses produtos estarão sujeitos a multa de até 35 mil Ufemgs (R$ 176.291,50), suspensão da fabricação, cassação do registro do produto e interdição de funcionamento.

Substitutivos 

O substitutivo nº 1, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), contemplou emendas de parlamentares, para retirar da redação a previsão de celebração de convênio com entidades privadas para a execução das ações de fiscalização. Além disso, o substitutivo retira a revogação da Lei 13.463, de 2000, que determina que fabricantes e distribuidores de bebidas alcoólicas devem fazer constar nos rótulos desses produtos as expressões “Proibida a venda a menores de 18 anos” e “O uso imoderado desta bebida faz mal à saúde”.

O substitutivo nº 2, aprovado pela Comissão de Agropecuária e Agroindústria e seguido pela Comissão de Saúde, mantém as alterações do substitutivo nº 1, fazendo correções técnicas na redação. Além disso, explicita que as ações de fiscalização de produtos de origem vegetal compõem a Política Estadual de Defesa Agropecuária.

O substitutivo nº 3 prevê a regulação, com as demais unidades da federação, da inspeção e da fiscalização dos produtos de origem vegetal. Isso possibilitará, segundo ele, a celebração de convênios com o Ministério da Agricultura, nos quais o Estado assumirá, em delegação, as atividades de fiscalização.

“Tal integração, além de agregar valor às cadeias produtivas do Estado – incrementando a arrecadação de impostos –, proporcionará, ainda, o recebimento de recursos financeiros em contrapartida às atividades de fiscalização assumidas em delegação”, afirma o parecer.

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O parlamentar destaca ainda que, a partir de diálogo com o IMA e a Secretaria de Estado de Saúde, foi possível definir melhor a competência do órgão de defesa agropecuária em relação às atribuições equivalentes dos órgãos de vigilância sanitária.

Projeto prevê orientação psicológica em escolas

Também na reunião, foi aprovado parecer favorável de 1º turno ao PL 612/23, que trata do programa de orientação psicológica voluntária nas escolas públicas do Estado. De autoria da deputada Nayara Rocha (PP), o projeto cria o programa para que alunos no último ano do curso de psicologia tenham permissão de atuar nas escolas estaduais, em caráter voluntário e sob supervisão.

O relator na comissão, deputado Rodrigo Lopes (União), opinou pela aprovação da matéria na forma do substitutivo nº 3, com o objetivo de aperfeiçoar a técnica legislativa. E, ainda, por entender que a adoção das ações de psicologia e assistência social na rede estadual é parte das competências da Secretaria de Estado de Educação.

O parlamentar defende que a inserção de dispositivo que determine a oferta desses profissionais nas escolas é possível, se realizada de forma progressiva, estando em consonância com o cronograma instituído pela Superintendência Regional de Ensino.

Substitutivos anteriores destacaram que, a partir de 2022, a rede estadual passou a contar com a atuação de psicólogos e assistentes sociais, com a contratação de 460 profissionais. E avaliaram que a inclusão de estagiários dessas áreas complementa as políticas educacionais do Estado, o mesmo ocorrendo com parcerias feitas com instituições de ensino superior.

Segundo a autora do projeto, os objetivos do programa que propõe são auxiliar na redução dos casos de violência escolar e contribuir na formação acadêmica e social dos alunos por meio da prática do estágio.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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