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Pronto para votação final projeto sobre violência contra a mulher

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O Projeto de Lei (PL) 2.139/20, que trata da comunicação de violência contra a mulher em estabelecimentos comerciais, está pronto para a análise em 2º turno pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Nesta terça-feira (2/4/24), a proposição recebeu parecer favorável da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.

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De autoria da deputada Ione Pinheiro (União), o PL 2.139/20 tem o objetivo de facilitar o recebimento de denúncias de violência contra a mulher. O texto original pretendia autorizar as farmácias em funcionamento durante a pandemia de Covid-19 a receberem essas denúncias e encaminhá-las para as autoridades competentes.

A relatora, deputada Alê Portela (PL), opinou pela aprovação do projeto como aprovado pelo Plenário em 1º turno (vencido). O texto altera a Lei 22.256, de 2016, de modo a prever uma nova ação da política de atendimento à mulher vítima de violência: criação e divulgação de um sinal a ser utilizado por mulheres em situação de violência doméstica como forma de pedido de socorro. Esse sinal poderá ser dirigido a atendentes de estabelecimentos comerciais e de repartições públicas.

Violência patrimonial

Outra proposição analisada pela comissão e voltada para as mulheres foi o PL 1.463/23, que prevê prioridade e gratuidade na taxa de emissão de segunda via de documentos para aquelas vítimas de violência patrimonial no âmbito das relações domésticas e familiares.

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De autoria da deputada Ana Paula Siqueira (Rede), a proposição foi relatada por Andréia de Jesus (PT), que opinou por sua aprovação em 1º turno na forma do substitutivo nº 1, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O texto também acrescenta diretriz na Lei 22.256, de 2016, que institui a política de atendimento à mulher vítima de violência no Estado. E inclui o atendimento prioritário à mulher vítima de violência patrimonial na Lei 23.902, de 2021, que dispõe sobre o atendimento prioritário às pessoas que menciona em estabelecimentos públicos e privados do Estado.

A relatora destacou que a violência patrimonial é uma forma de abuso – por vezes silenciosa – que contribui para manter a vítima presa ao ciclo de violência doméstica. “Os documentos são necessários até mesmo para acesso a benefícios sociais, como o Bolsa Família”, afirmou.

A proposição segue, agora, para análise da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO).

Entrega Legal para adoção avança

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher aprovou, por fim, parecer favorável de 1º turno ao PL 334/23, da deputada Alê Portela, que busca regularizar o ato da entrega espontânea de nascituros e recém-nascidos para adoção no Estado, por meio da Política da Entrega Legal. A relatora, Ana Paula Siqueira propôs a aprovação na forma do substitutivo nº 1, da CCJ.

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O novo texto acrescenta artigo à Lei 22.422, de 2016, que estabelece objetivos e diretrizes para a adoção de medidas de atenção à saúde materna e infantil no Estado. Assim, a gestante ou mãe interessada em entregar o filho para adoção será ouvida por equipe interprofissional, que apresentará relatório. A mulher terá direito ao sigilo sobre o nascimento. A matéria deverá ser regulamentada.

Alê Portela destacou que o projeto evita o crime de abandono de incapaz e dá maior segurança jurídica nos casos de adoção dos bebês. A matéria também deverá passar pela FFO antes da análise do Plenário.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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