Política
Proposição busca estimular atividade agrícola em terras inóspitas

Instituir a Política Estadual de Desenvolvimento Agrícola em Terras Inóspitas no Estado. Este é o objetivo do Projeto de Lei (PL) 1.476/23, da deputada Maria Clara Marra (PSDB), que recebeu parecer pela legalidade da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em reunião na manhã desta quarta-feira (24/4/24).
O parecer do relator, deputado Zé Laviola (Novo), foi favorável à matéria na forma de um novo texto (substitutivo nº 1). Em seu parecer, ele esclarece que um novo texto foi sugerido apenas para aperfeiçoar a redação visando adequá-lo à Constituição Estadual no que diz respeito à iniciativa legislativa.
Com a aprovação do parecer, o PL 1.476/23 seguirá agora para as comissões de Agropecuária e Agroindústria e de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) antes de ser votado de forma preliminar (1º turno) pelo Plenário.
Segundo a autora do projeto, a proposição pretende instituir diretrizes para as ações administrativas em áreas inicialmente desfavoráveis para a agricultura, as chamadas terras inóspitas, transformando-as em terras produtivas.
O objetivo disso é promover o crescimento econômico, a geração de emprego e renda, bem como a sustentabilidade ambiental, por meio do uso de tecnologia, genética e correção do solo, conforme estabelece o artigo 1º da proposição.
O artigo 2º aponta que a política de desenvolvimento agrícola em terras inóspitas será embasada na agroinovação e nos seguintes princípios:
- uso de tecnologia de ponta e genética avançada para otimizar a produtividade e a resistência das culturas em terras consideradas inóspitas;
- realização de estudos de correção e melhoramento do solo para torná-lo apto à agricultura;
- promoção da sustentabilidade ambiental, com práticas agrícolas que minimizem os impactos negativos no solo, na água e na biodiversidade.
Já o artigo 3º ressalta que, para tornar o ambiente atrativo para investidores e competitivo no mercado, o Estado de Minas Gerais poderá proporcionar os seguintes incentivos:
- linhas de crédito especiais e facilitadas para investimentos em tecnologia agrícola, correção do solo e aquisição de sementes de alto desempenho;
- incentivos fiscais, tais como isenções e reduções de impostos, para empresas e agricultores que adotarem práticas de desenvolvimento agrícola em terras inóspitas;
- apoio à pesquisa científica e à capacitação de agricultores locais para o uso eficaz da tecnologia, da genética e das práticas de correção do solo;
- garantia de suficiência energética e fomento à produção de energia limpa e renovável para garantir o abastecimento necessário para as atividades agrícolas em áreas remotas;
- investimento eficiente em infraestrutura de transporte.
Por fim, o texto avalizado pela CCJ do PL 1.476/23 diz que o Executivo poderá celebrar parcerias com instituições de pesquisa, universidades, empresas privadas e outros atores relevantes para a implementação efetiva da política de que trata a futura lei, priorizando a mão de obra local.
Também prevê que serão incentivados projetos-piloto em regiões inicialmente consideradas desfavoráveis para a agricultura, visando demonstrar os benefícios da tecnologia, da genética, da correção do solo e da infraestrutura de transporte na transformação dessas áreas em locais produtivos.
Política de Educação de Campo no Meio Rural também avança
Também de autoria da deputada Maria Clara Marra, o PL 276/23 cria a Política Estadual de Educação de Campo no Meio Rural. Na mesma reunião da CCJ, a proposição recebeu parecer pela legalidade do relator, deputado Charles Santos (Republicanos), na forma de um novo texto (substitutivo nº 1), apenas para adequá-lo ao que prevê a Constituição com relação à iniciativa legislativa.
A proposição seguirá agora para análise da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia antes de ser votada de forma preliminar (1º turno) pelo Plenário.
Em linhas gerais, conforme lembra o parecer aprovado, o projeto pretende estabelecer diretrizes com vistas à ampliação e qualificação da oferta de educação básica de qualidade às populações em zonas rurais no interior do Estado.
Essas populações, segundo o projeto, compreendem as crianças e jovens pertencentes a grupos de agricultores familiares, extrativistas, pescadores artesanais, ribeirinhos, assentados e acampados da reforma agrária, trabalhadores assalariados rurais, quilombolas, povos indígenas, caboclos, extrativistas e outros que produzam suas condições materiais de existência a partir do trabalho no meio rural com suas especificidades.
O projeto prevê a oferta de formação inicial e continuada de profissionais da educação, a garantia de condições de infraestrutura e transporte escolar, materiais e livros didáticos, equipamentos, laboratórios, biblioteca e áreas de lazer e desporto adequados ao projeto político-pedagógico e em conformidade com a realidade local e a diversidade das populações do campo, das águas e das florestas.
O parecer lembra ainda que, segundo a justificativa apresentada pela autora do projeto, seu objetivo é estabelecer regras visando aprimorar a educação em zonas rurais.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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