Política
Propostas que aperfeiçoam políticas para mulheres estão prontas para o Plenário

Estão prontos para serem analisados pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em 1º turno, dois projetos de lei que tratam de políticas públicas que beneficiam as mulheres. Ambos receberam pareceres favoráveis da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, em reunião realizada nesta terça-feira (31/10/23).
O Projeto de Lei (PL) 49/23, de autoria do deputado Charles Santos (Republicanos), tem o objetivo de facilitar o ingresso de mulheres vítimas de violência doméstica no mercado de trabalho. Para isso, acrescenta inciso ao artigo 4º da Lei 22.256, de 2016, que institui a política de atendimento à mulher vítima de violência no Estado.
O projeto original acrescenta como uma das ações que poderão ser adotadas na implementação da política de atendimento à mulher vítima de violência doméstica o incremento de mecanismos destinados a fomentar a oferta de vagas de emprego a esse público por empresas prestadoras de serviços contratadas pelo Estado.
A relatora na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher foi a sua presidenta, deputada Ana Paula Siqueira (Rede). Ela recomendou a aprovação do PL 49/23 na forma de um novo texto, o substitutivo nº 2, que ela apresentou.
Esse novo texto mantém a proposta de estimular a oferta de vagas para mulheres vítimas de violência por empresas prestadoras de serviço contratadas pelo Estado, conforme prevê o projeto original. No entanto, acrescenta que esse estímulo seja promovido inclusive por meio da contratação de mulheres cadastradas no banco de empregos previsto no inciso VII do mesmo artigo.
O inciso VII propõe a criação de banco de empregos para mulheres vítimas de violência, com a participação de entidades e órgãos públicos estaduais, federais e municipais e o estabelecimento de parcerias com o setor privado, observadas a vocação profissional da beneficiária e a busca de padrões remuneratórios compatíveis com os praticados no mercado de trabalho.
Projeto estimula cuidados com saúde da mulher
Já o PL 884/23, da deputada Lud Falcão (Pode), originalmente estabelece a Campanha Check-up Feminino, para orientação e prevenção de doenças. A relatora na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher também foi a deputada Ana Paula Siqueira. Ela recomendou a aprovação na forma do texto elaborado pela Comissão de Saúde, o substitutivo nº 2.
Esse novo texto modifica o projeto de forma a acrescentar incisos ao artigo 2º da Lei 24.333, de 2023, que dispõe sobre a Caderneta de Saúde da Mulher.
De acordo com o substitutivo, três incisos serão acrescentados como objetivos da Caderneta de Saúde da Mulher, sendo eles a difusão de informações sobre as doenças mais prevalentes entre as mulheres e suas formas de prevenção; a orientação das mulheres sobre a existência de ações de planejamento familiar no SUS; e a divulgação dos serviços de atenção voltados às pessoas em situação de violência sexual no âmbito do SUS.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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