Política
Protocolo para motoristas de aplicativo começa a tramitar

Criar um protocolo de ações para motoristas de aplicativos adotarem em emergências envolvendo passageiros é o objetivo de projeto de lei (PL) que começou a tramitar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta terça-feira (20/2/24).
A proposta está no PL 1.173/23, do deputado Thiago Cota (PDT), analisado em reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e cujo objetivo é definir procedimentos quando passageiros venham a passar mal, apresentem sintomas de embriaguez ou de uso de drogas, ou fiquem inconscientes durante a corrida.
O relator, deputado Charles Santos (Republicanos), opinou pela legalidade do projeto, apresentando um novo texto (substitutivo nº1). Fica mantida a essência das recomendações aos condutores, mas é ampliado o alcance do protocolo, que passa a ser para os motoristas de transporte individual de passageiros, e não somente de aplicativos.
Assim, caso o motorista se depare com situação de emergência com o passageiro, deverá:
- acionar o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu);
- acionar a autoridade policial local;
- prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal.
Caso um usuário embriagado ou, ainda que por causa transitória, que não seja capaz de exprimir sua vontade solicite o transporte, o motorista deverá recusar a viagem.
O novo texto retira, por outro lado, pontos do projeto original que, no entendimento do relator, tratam da relação contratual entre o motorista e a empresa de aplicativo, não competindo ao Estado regular a questão. Caso, por exemplo, dos dispositivos dizendo que as empresas de aplicativo devem capacitar e orientar o motorista parceiro para a identificação de alguma condição adversa do passageiro.
O projeto deve ainda receber parecer das Comissões de Segurança Pública e de Transporte, Comunicação e Obras Públicas antes de ser levado ao Plenário em 1º turno.
Projeto defende canal digital para acionar a polícia
Também passou na comissão o PL 800/23, do deputado Grego da Fundação (PMN), cuja intenção é que o Estado utilize meios tecnológicos para a população acionar os serviços de segurança pública no Estado.
Para isso, o projeto insere na Lei 21.733, de 2015, que trata de diretrizes e objetivos da política estadual de segurança pública, um novo objetivo: “aperfeiçoar o acionamento das forças de segurança pública com a incorporação de tecnologia, de modo a possibilitar o acesso da população por meio de canais digitais.”
O relator, deputado Charles Santos, opinou pela legalidade do projeto na forma original, destacando que a proposição está em sintonia com o princípio da eficiência do serviço público. O projeto deve ainda receber parecer da Comissão de Segurança Pública.
Além do telefone
O autor do projeto justifica a proposta registrando que atualmente o acionamento da polícia em Minas se dá exclusivamente por ligação telefônica, enquanto, em alguns estados, já estaria disponível um canal digital para casos de emergência, em complemento ao telefone gratuito 190: o aplicativo APP 190.
Segundo ele, essa é uma ferramenta importante de segurança pública, principalmente por incluir pessoas com deficiência, mas também por promover avanços no atendimento das emergências policiais, na medida em que potencializa o trabalho do policial que está na rua e auxilia no trabalho de quem está na retaguarda.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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