Política
Reajuste para servidores e críticas ao Regime de Recuperação Fiscal dominam pronunciamentos

Durante a Reunião Ordinária da tarde desta quinta-feira (29/6/23), a pauta de votação do Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) foi o assunto mais abordado durante os pronunciamentos dos oradores na tribuna. Essa pauta incluía o Projeto de Lei (PL) 767/23, que autoriza o Poder Executivo a celebrar termos aditivos aos contratos financeiros firmados com a União, e o PL 822/23, que concede um reajuste de 12,84% aos servidores da educação.
Sucessivamente, os parlamentares Sargento Rodrigues (PL), Bella Gonçalves (Psol), Professor Cleiton (PV), Ulysses Gomes (PT) e Lucas Lasmar (Rede) defenderam a inversão da pauta do Plenário de forma que o PL 822/23 fosse votado em primeiro lugar e defenderam a rejeição do outro projeto, por se tratar de uma etapa preliminar para a adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF).
Durante todo o tempo, essa mesma inversão de pauta foi defendida por dezenas de servidores que permaneciam nas galerias do Plenário. Em seu pronunciamento na tribuna, o deputado Sargento Rodrigues elogiou a mobilização dos servidores.
Ele anunciou que apresentaria uma emenda ao projeto que concede o reajuste aos servidores da educação, para autorizar o governo a estender esse reajuste aos servidores da segurança. O deputado ainda leu o nome de 40 colegas que já teriam assinado a emenda e solicitou a adesão dos demais.
A deputada Bella Gonçalves disse que a resistência ao RRF é necessária pela ameaça que ele representaria à qualidade do serviço público em Minas Gerais e que o reajuste da Educação não pode ser moeda de troca para aprovação do PL 767/23.
A deputada também afirmou que o governo vem utilizando termos de ajustamento de conduta (TAC) para substituir indevidamente o licenciamento ambiental de empreendimentos minerários no Estado. “Um quarto dos empreendimentos não possui licenciamento ambiental. O governo criou subterfúgios para dispensar as empresas de licenciamento”, condenou.
Parlamentares defendem emendas beneficiando diversas categorias
O deputado Professor Cleiton defendeu a aprovação de emenda da oposição para que o reajuste da educação seja estendido a outros servidores. “Queremos que diversas outras categorias sejam beneficiadas, nem que seja de forma autorizativa”, defendeu. A mesma posição foi defendida pelos deputados Lucas Lasmar e Caporezzo (PL), este último em aparte aos pronunciamentos .
O deputado Ulysses Gomes afirmou que a oposição aceitaria um reajuste menor para as demais categorias, mas que ao menos promovesse a recomposição dos 5,78% de perdas inflacionárias de 2022.
Sobre o Regime de Recuperação Fiscal, Ulysses Gomes afirmou que este plano proposto pelo governo federal durante as gestões passadas não proíbe a reposição de perdas inflacionárias para os servidores. Ainda assim, segundo ele, o Governo do Estado enviou nota técnica à União se comprometendo a não conceder esses reajustes salariais durante 10 anos. “A proposta do governo vai além das regras penosas do próprio Regime de Recuperação Fiscal”, criticou.
Sobre o argumento do governo que a não aprovação do PL 767/23 acarretaria uma despesa imediata de R$ 5 bilhões ou até R$ 15 bilhões, o que poderia inviabilizar o funcionamento do Estado, os deputados da oposição afirmaram que isso não se justifica. Para Professor Cleiton, o governo ainda poderia recorrer à Justiça. Já o deputado Ulysses Gomes afirmou que o governo tem recursos para fazer frente a essa despesa, principalmente considerando os benefícios fiscais que vem tentando aprovar para setores como as locadoras de veículos.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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