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Regras para instalação de usinas de açúcar e álcool já podem ir a Plenário

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Já está pronto para ser votado de forma preliminar (1º turno) pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o Projeto de Lei (PL) 1.896/23, de autoria da deputada Maria Clara Marra (PSDB), que institui diretrizes para instalação de estabelecimentos industriais destinados à produção de açúcar e etanol no Estado.

Na tarde desta quarta-feira (17/4/23), a proposição recebeu pareceres favoráveis das comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Administração Pública.

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Anteriormente, o texto original do PL 1.896/23 já havia recebido sugestões de modificações pelas comissões de Constituição e Justiça (substitutivo nº 1) e de Desenvolvimento Econômico (substitutivo nº 2).

Na forma original, Maria Clara Marra argumenta ser necessário restringir a proliferação indiscriminada de empreendimentos semelhantes, a fim de promover uma gestão mais eficiente dos recursos ambientais. Para isso, estabelece que o pleito para instalação de um novo estabelecimento industrial do tipo deverá ser protocolado na Invest Minas, agência de promoção de investimentos do Estado, acompanhado de uma série de informações.

Entre essas informações estão a localização pretendida do empreendimento, área de abrangência estimada, através de polígono com as coordenadas geográficas de seus vértices e, ainda, área de plantio, representada de forma a permitir a visualização da expansão anual do plantio, do início do projeto até a sua maturação.

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O artigo 3º do texto original diz que os documentos e informações instruirão a avaliação do projeto quanto à sua sustentabilidade, ao seu impacto social, econômico e ambiental e à eventual interferência com outras unidades de mesma atividade já implantadas, em implantação ou com intenção de implantação devidamente formalizada em protocolo de intenções celebrado com o Estado de Minas Gerais.

E a área de abrangência do novo empreendimento, conforme aponta o artigo 4º, não poderá interceptar a área de abrangência de unidade industrial de mesma atividade, em quaisquer dos estágios citados e deverá guardar o espaçamento de pelo menos 60 quilômetros dos limites de outra área de abrangência de igual empreendimento.

O novo texto sugerido pela CCJ apenas corrige imprecisões no texto, sem modificar seu conteúdo e propósito. Da mesma forma, o substitutivo apresentado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico apenas detalha aspectos a serem observados durante o processo de instalação de usinas de processamento de cana, além de promover novos ajustes de técnica legislativa no texto.

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No parecer aprovado pela Comissão de Meio Ambiente na tarde desta quarta (17), o relator, deputado Tito Torres (PSD), que também preside o colegiado, referendou a posição adotada pela comissão anterior, argumentando que a proposição visa apenas proporcionar condições de diversificação econômica sem alterar, em qualquer aspecto, os procedimentos de licenciamento ambiental ou as normas ambientais de uso alternativo do solo.

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Mas a Comissão de Administração Pública, também em reunião na sequência, teve uma posição diferente, aprovando parecer em que foi sugerido uma terceira versão do texto para a proposição (substitutivo nº 3), por meio do parecer do relator, deputado Rodrigo Lopes (União).

“Entendemos que a ideia contida no projeto confere maior efetividade aos mecanismos da política de desenvolvimento econômico do Estado”, apontou o relator em seu parecer. Contudo, ele sugeriu alterações para subordinar a autorização de funcionamento dos estabelecimentos referidos na proposição à celebração do protocolo de intenções que estabelece as condições e os compromissos para sua implantação.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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