Política
Relator distribui cópias de parecer favorável a mudança em compensação a cartórios

Em reunião extraordinária da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na manhã desta terça-feira (11/6/24), foram distribuídas pelo relator cópias (avulsos) do parecer favorável ao Projeto de Lei (PL) 1.931/20, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) Em linhas gerais, o projeto altera a gestão de recursos oriundos da compensação por serviços gratuitos prestados pelos cartórios, o chamado Recompe-MG (Câmara de Compensação da Gratuidade).
Com a distribuição das cópias do relatório, a votação do parecer ficou adiada para nova extraordinária da CCJ, convocada para esta mesma terça, às 17h40. Em seu relatório, o deputado Arnaldo Silva (União), que preside a comissão, opina pela legalidade da matéria apresentando um novo texto (substitutivo 1).
Segundo o relator, o texto por ele sugerido aprimora o projeto e tem como base alterações do conteúdo original encaminhadas pelo próprio Tribunal à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) ainda em 2020, quando o TJ enviou dois oícios nesse sentido.
Desde então, o projeto ainda não havia recebido parecer da CCJ e chegou a ser arquivado no começo do ano passado, com o fim da legislatura anterior.
O projeto modifica a Lei 15.424, de 2004, que dispõe sobre a fixação, a contagem, a cobrança e o pagamento dos emolumentos relativos aos atos praticados pelos serviços notariais e de registro, o recolhimento da Taxa de Fiscalização Judiciária e a compensação dos atos sujeitos à gratuidade estabelecida em lei federal (certidões de nascimento, óbito e outras, para pessoas em situação de pobreza).
As alterações pretendidas referem-se à compensação dos atos gratuitos realizados pelo registro civil e registro de imóveis e a complementação das serventias deficitárias.
Atualmente a compensação é realizada com recursos decorrentes do recolhimento de 5,66% do valor dos emolumentos recebidos pelo notário e pelo registrador, que são depositados em conta do Sindicato dos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado de Minas Gerais (Recivil) e administrada por uma comissão gestora.
Assim, conforme o projeto, o recolhimento dos recursos será regulamentado por ato normativo conjunto do presidente do Tribunal de Justiça e do corregedor-Geral de Justiça, sendo os citados recursos identificados como “Recursos de Compensação – Recompe-MG”.
Entre outros, o TJMG justifica que o Sindicato Recivil não é entidade de direito público, mas, sim, organismo de natureza particular, por isso a conta Recompe precisa ser reestruturada para atender à legislação federal.
Novo conselho gestor
Pela proposta, a gestão e os devidos repasses dos recursos arrecadados passam a ser feitas por um Conselho Gestor designado pelo presidente do TJ e pelo corregedor-geral de Justiça em ato normativo conjunto. O texto (artigo 33) detalha a composição deste conselho, com mandato de dois anos, majoritariamente integrado por membros e servidores do Poder Judiciário, contudo assegurando a participação de representantes das entidades corporativas de registradores civis e imobiliários, conforme alterado pelo TJ e incorporado no parecer.
Em outra proposta de mudança incorporada pelo relator, aumenta-se de até 5% para 8% o percentual dos recursos para as despesas de gestão do Conselho Gestor. Deduzido esse percentual, o projeto mantém a destinação dos valores arrecadados, priorizando a compensação aos registradores civis das pessoas naturais, em decorrência de lei, mas também contemplando outras destinações que já seriam atualmente praticadas. Como a ampliação da receita bruta mínima mensal das serventias deficitárias e a compensação aos atos gratuitos praticados por registradores imobiliários.
Serventias deficitárias
O texto prevê complementação de receita bruta mínima mensal das serventias deficitárias, até o limite de 485 Ufemgs por serventia. Traz ainda regra de distribuição dos recursos (artigo 35), prevendo sistema de rateio do saldo existente, até os limites máximos fixados pelo Conselho Gestor, e aborda o critério para identificação de serventias deficitárias (artigo 36).
Outras mudanças foram a previsão de normas de transição, de prestação de contas, de transferências de patrimônio e saldos financeiros vinculados aos recursos do Recompe-MG.
Foram ainda incluídos dispositivos condicionando a complementação de renda bruta mínima à apuração de movimento mínimo nas serventias deficitárias e atribuição expressa ao Conselho Gestor para aplicação de recursos superavitários na ampliação de renda dessas serventias, entre muitos outros pontos.
Retirada de pauta foi negada
Antes da distribuição de cópias do parecer pelo relator, os deputados Doutor Jean Freire (PT) e Lucas Lasmar (Rede) apresentaram requerimento conjunto pedindo a retirada do projeto da pauta, argumentando que a matéria precisaria ser apreciada com mais profundidade, inclusive aventando a intenção de proporem audiência pública nesse sentido.
Segundo eles, o projeto pode vir a prejudicar o funcionamento de cartórios importantes para comunidades sobretudo do interior, sendo necessário ainda conhecer mais a fundo a questão dos recursos existentes.
Em outro requerimento, ambos pediram a votação nominal dos deputados da comissão acerca desse pedido de retirada. Esse requerimento foi acatado, mas o de retirada, rejeitado, com o voto nominal contrário de todos os demais presentes.
Após passar pela CCJ o projeto deve ainda receber parecer de 1º tuuno das Comissões de Administração Pública e de Fiscalização Financeira e Orçamentária antes de seguir para o Plenário para discussão e primeira votação.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
-
CIDADES5 dias atrás
Nikolas é favorito em Minas
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Presidente da CAAMG prestigia posse da diretoria da OAB Nacional e participa de reunião da Concad
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Dr. Marcos Vinicius registra candidatura à reeleição para a presidência da AMM
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Fabriciano inicia obra de 500 moradias
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Mulheres lideram a transformação da infraestrutura e mobilidade nos países do Brics
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Cooxupé tem faturamento recorde
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Sistema Faemg e parceiros lançam ‘Aliança pela Restauração’
-
Coluna Minas Gerais7 dias atrás
Mineradoras disputam Serra do Pires em JF