Política
Repasse direto de emendas às Santas Casas avança na ALMG

Autorizar que, a título de subvenção social, os recursos oriundos de emendas parlamentares individuais e de bancadas alocadas na Lei Orçamentária Anual (LOA) sejam repassados diretamente às Santas Casas de Misericórdia e aos hospitais filantrópicos sem fins lucrativos que prestem serviços de saúde de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Esse é o objetivo do Projeto de Lei (PL) 429/23, de autoria dos deputados Lucas Lasmar (Rede) e Arlen Santiago (Avante), que teve aprovado parecer favorável em reunião da Comissão de Saúde na manhã desta quarta-feira (12/7/23). Com isso, a proposição seguirá agora para análise da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) antes de ser votado de forma preliminar (1º turno) pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
O parecer da deputada Lud Falcão (Podemos) foi pela aprovação da matéria na forma de um novo texto apresentado anteriormente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que faz ajuste com o objetivo de suprimir dispositivo que atribuía competência à Secretaria de Estado de Saúde (SES), matéria que é de iniciativa privativa do governador do Estado, conforme estabelece a Constituição do Estado.
Contudo, o parecer deixa claro a concordância da relatora com o objetivo do PL 429/23. “Estamos de acordo com o substitutivo apresentado e entendemos que destinar recursos da forma prevista no substitutivo para as entidades que especifica pode contribuir para o fortalecimento da assistência prestada de forma complementar ao SUS”, aponta Lud Falcão no parecer.
Contudo, o parecer alerta que, nos termos da proposição, a execução dos recursos repassados dessa forma deverá observar o teto e/ou metas já pactuadas ou a serem pactuadas, bem como os termos de convênio, contrato ou outro instrumento. O projeto prevê ainda que as entidades beneficiadas poderão receber tais recursos do Fundo Estadual de Saúde (FES) mesmo se houver débitos com relação a tributos e contribuições na data do crédito.
Além disso, o PL 429/23, ainda segundo o parecer, dispõe que a integralidade do valor da subvenção social recebida deverá ser aplicada em custeio, investimentos, além de outras formas de aplicação, para pagamento de profissionais de saúde, para aquisição de medicamentos, insumos, equipamentos, ou para a realização de reformas para ampliação ou adequação de infraestrutura.
Por fim, a proposição, de acordo com o parecer aprovado, prevê que as entidades beneficiadas deverão prestar contas da aplicação dos recursos ao FES e dispõe que Santas Casas e hospitais filantrópicos serão considerados pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos certificadas como entidades beneficentes de assistência social.
Dificuldades de financiamento e aumento do endividamento
O parecer de Lud Falcão aprovado pela Comissão de Saúde lembra que, segundo a Federassantas, entidade que congrega as Santas Casas, Minas Gerais conta com cerca de 300 hospitais filantrópicos, cujo custeio é atrelado aos serviços de saúde e assistência social, predominantemente direcionados aos usuários do SUS, aos quais reservam mais de 60% de sua capacidade instalada.
“Esse segmento da saúde beneficente já vivenciava um quadro de crise financeira ao longo dos anos, situação que foi agravada no período de enfrentamento da pandemia de Covid-19”, aponta a relatora.
Segundo dados da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), historicamente essas instituições foram remuneradas pelo SUS com um deficit de 60%, fato que seria de conhecimento do Ministério da Saúde.
Nessa linha, avalia o parecer, as dificuldades de financiamento e o aumento do endividamento podem até causar o fechamento de algumas dessas organizações, impactando a assistência à saúde prestada pelo SUS.
O Ministério da Saúde liberou, em abril de 2023, auxílio financeiro emergencial no valor de R$ 2 bilhões para o custeio de serviços prestados pelas Santas Casas e hospitais filantrópicos, que respondem por mais de 61% das internações de alta complexidade e 39,8% de média complexidade.
Em 2022, ainda de acordo com dados do parecer de Lud Falcão, o setor realizou 331 milhões (8,29%) dos procedimentos ambulatoriais e 5,1 milhões (41,46%) das internações do SUS.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
-
CIDADES5 dias atrás
Nikolas é favorito em Minas
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Presidente da CAAMG prestigia posse da diretoria da OAB Nacional e participa de reunião da Concad
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Fabriciano inicia obra de 500 moradias
-
Coluna Minas Gerais7 dias atrás
Dr. Marcos Vinicius registra candidatura à reeleição para a presidência da AMM
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Mulheres lideram a transformação da infraestrutura e mobilidade nos países do Brics
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Cooxupé tem faturamento recorde
-
Coluna Minas Gerais7 dias atrás
Sistema Faemg e parceiros lançam ‘Aliança pela Restauração’
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Inscrições abertas para 3ª Maratona Faemg Jovem