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Revisão salarial dos servidores do Executivo avança na ALMG

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O Projeto de Lei (PL) 2.309/24, do governador, que traz a revisão geral dos vencimentos dos servidores do Poder Executivo, recebeu o aval, em 1° turno, da Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta quarta-feira (22/5/24). Na sequência, foi pedido vista do parecer da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO), para que os deputados desse colegiado tenham mais tempo para analisar a proposição, que retorna à pauta da comissão em reunião nesta quinta (23), às 15h15, no Plenarinho II.

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O projeto concede o percentual de 3,62% de recomposição do subsídio e do vencimento básico dos servidores civis e militares, retroativo a 1º de janeiro deste ano, estendido aos inativos e aos pensionistas com direito à paridade, aos detentores de função pública e aos convocados para a função de magistério.

A revisão também abrange os contratos temporários vigentes, cargos de provimento em comissão, funções gratificadas e gratificações de função.

Segundo justificativa do governador, o percentual de revisão foi definido após cálculos de impacto e avaliação de disponibilidade financeira e orçamentária, que demonstraram a viabilidade da recomposição de 3,62%, de forma equânime e linear. O valor é equivalente ao reajuste do piso salarial nacional do magistério.

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Os deputados Roberto Andrade (PRD) e Zé Guilherme (PP) foram designados relatores nas Comissões de Administração Pública e de Fiscalização Financeira e Orçamentária, respectivamente. Em seus pareceres, não sugeriram modificações no texto original da proposição.

Roberto Andrade opinou pela rejeição de 16 propostas de emendas apresentadas por diversos parlamentares. Entre outros objetivos, elas pretendiam rever o índice proposto para todo o funcionalismo.

O relator entendeu que as emendas implicavam renúncia de receita, aumento de despesa sem lastro na disponibilidade de caixa do Estado, concessão de reajustes que violam as restrições impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal e obrigações ao Poder Executivo, incorrendo em vício de iniciativa.

Com o pedido de vista do deputado Sargento Rodrigues (PL), foi adiada a discussão do parecer da FFO. No documento, Zé Guilherme detalha que o impacto financeiro do projeto será de R$ 1,7 bilhão em 2024 e de R$ 2 bilhões em 2025 e 2026. A votação do relatório da comissão é o último passo antes de a proposição seguir para votação de 1º turno no Plenário.

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Deputados advertem que proposta não agrada a nenhuma categoria

Indignados com o índice de revisão proposto pelo governo, os deputados Sargento Rodrigues e Professor Cleiton (PV) e a deputada Beatriz Cerqueira (PT) criticaram o crescente tensionamento entre o Poder Executivo e os servidores públicos.

Sargento Rodrigues lembrou promessa do governador Romeu Zema (Novo) de conceder recomposições inflacionárias anuais ao funcionalismo e advertiu que a mobilização dos profissionais da segurança pública pode resultar na adoção do regime de “estrita legalidade”. Nessa situação, os servidores só fazem o que está expressamente previsto em lei.

Na mesma linha, Beatriz Cerqueira salientou que, mesmo conseguindo aprovar o projeto na Assembleia, o governo terá que lidar com a insatisfação dos servidores, em uma relação já desgastada. Ela ainda criticou a falta de abertura para o diálogo com uma administração que não se mostra disposta a negociar.

“Essa proposta não consegue agradar a nenhuma categoria”, resumiu Professor Cleiton, ao citar a importância dos servidores públicos para a movimentação da economia dos municípios.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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