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RRF voltará a tramitar, caso governo federal cobre dívida do Estado

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O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Tadeu Martins Leite (MDB), ao conceder entrevista coletiva, nesta sexta-feira (19/4/24), afirmou que o Regime de Recuperação Fiscal (RRF), proposta que busca renegociar a dívida de R$ 160 bilhões do Estado com a União, pode voltar à pauta do Parlamento mineiro.

Segundo o presidente, a decisão será levada a termo caso o Supremo Tribunal Federal (STF) não amplie mais uma vez o prazo de carência da dívida, e; ainda, se o governo federal exigir o pagamento imediato do valor integral da parcela, que gira em torno de R$ 12 bilhões. “Esse montante não cabe no orçamento do Estado e pode comprometer a prestação dos serviços públicos”, alertou o deputado.

O Executivo estadual solicitou neste mês mais 180 dias para concluir a adesão ao regime, além dos 120 dias já concedidos pelo ministro Kassio Nunes Marques, em dezembro de 2023. Tadeu Martins lembra que o prazo se encerra neste sábado (20), mas se diz confiante de que o STF ainda possa se posicionar favoravelmente a Minas. “É uma dívida que se arrasta há mais de 20 anos, é razoável termos mais três ou quatro meses para consolidar uma proposta definitiva que pode sanar a situação fiscal do Estado”, ressalta.

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O parlamentar afirma que, neste ponto, apoia o pedido do governo estadual, em contraposição à Advocacia Geral da União (AGU), que defendeu nesta semana, junto ao STF, que o prazo de suspensão do pagamento da dívida não ultrapasse o mês de maio – o que daria aos entes pouco mais de 40 dias para equacionar os termos da nova proposta.

Tadeu Martins conta que, no fim da próxima semana, o presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco, vai apresentar a minuta da proposição que estabelecerá os critérios e as condições para a renegociação das dívidas de todos os estados com a União. Ele enfatiza que a negociação em curso está construindo um novo caminho não só para Minas.

Remédio amargo

O presidente da Assembleia reconhece que o regresso do Regime de Recuperação Fiscal seria o pior cenário para o Estado. Ele explica que, nos termos do RRF, o endividamento de Minas, ao longo de 10 anos, vai se agravar. Mas afirma que, se a nova proposição for inviabilizada, não restará alternativa: “O remédio é amargo, então eu vou tentar de tudo para não tomá-lo”.

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Ele lembrou que o passivo que se originou em 1998, com R$ 14 bilhões, chegou aos dias de hoje a R$ 160 bilhões; sendo que já foram pagos R$ 96 bilhões. Para ele, o crescimento da dívida é inadmissível: “Isso tem que ter um fim”.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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