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Segurança Pública debaterá demandas do sistema socioeducativo

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Com o objetivo de debater dificuldades enfrentadas pelos servidores do sistema socioeducativo do Estado, bem como propostas para melhoria dessas condições, a Comissão de Segurança Pública promove reunião. Requerida pelo seu presidente, deputado Sargento Rodrigues (PL), a audiência pública será nesta terça-feira (22/8/23), às 9h45, no Auditório José Alencar da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

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De acordo com o requerimento pela audiência, entre as queixas trazidas pelos agentes socioeducativos estão a ocorrência de assédio moral e de perseguições. Eles ainda alegam que não estão recebendo os equipamentos de proteção individual (EPIs) e que são proibidos de ingressar nas unidades portando suas armas de fogo. Além disso, conforme afirmam, em muitas unidades não há cofre e serviço de intendência, para realizar a guarda de armas, munições e outros artigos utilizados pelos profissionais.

Cogestão

Informações trazidas pelo gabinete de Sargento Rodrigues dão conta que a categoria está temerosa com a expansão da chamada cogestão e consequente delegação do poder de polícia a entidades sem fins lucrativos, como o Instituto Elo. Segundo o requerimento, está em curso no Estado o projeto Novo Socioeducativo, que traz o modelo de construção, gestão e atendimento por meio de parceria público-privada (PPP).

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Conforme o Sindicato dos Servidores do Sistema Socioeducativo do Estado (Sindsisemg), as unidades de Santa Helena, Lindéia, Santa Clara, Andradas e São Jerônimo passarão ao modelo de cogestão.

Viaturas inadequadas

O Sindsisemg relata também que o Estado investiu valores vultosos na compra de viaturas que, posteriormente, foram consideradas não humanizadas, por serem totalmente fechadas, sem ventilação e, portanto, sem condições de levar o adolescente. Diante disso, a Subsecretaria de Atendimento Socioeducativo (Suase) e os órgãos de fiscalização sugeriram que os adolescentes fossem levados no banco do passageiro das viaturas.

Outra denúncia trazida pelo sindicato diz respeito ao uso de viaturas com giroflex e compartimento de segurança dirigidas por funcionários do Instituto Elo, o que caracterizaria a usurpação do poder de polícia. Além disso, esses agentes contariam com cartão de liberação de pedágio nas ecovias de São Paulo.

Comissão visitou Centro de Internação

O deputado Sargento Rodrigues visitou recentemente o Centro de Internação do Vale do Jatobá, na região do Barreiro, em Belo Horizonte. Na visita, ele confirmou muitas das denúncias do sindicato, como a ausência da separação entre as funções de monitor do Instituto Elo e as de agente socioeducativo.

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O parlamentar relatou ainda que, durante a visita, um monitor tentou algemar um adolescente, o que gerou revolta entre os outros menores, que tentaram agredir o funcionário. “O monitor estava de porte de uma algema e tentava fazer a contenção. Isso é proibido”, insistiu Sargento Rodrigues. Por fim, ele reforçou que a comissão tem o dever de fiscalizar as ações do Executivo e que vai exercê-lo. “Poder de polícia não pode ser terceirizado”, concluiu.

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Foram convidados para a audiência o titular da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Rogério Greco; a subsecretária de Atendimento Socioeducativo da Sejusp, Giselle da Silva Cyrillo; e a presidente do Sindsisemg, Luzana de Assis Moreira.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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