Política
Sinpro Minas terá trajetória de 90 anos lembrada em audiência na ALMG

Noventa anos na luta pelos direitos dos professores da rede privada de educação em Minas Gerais. Essa é trajetória do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro Minas), cuja importância será destacada em audiência pública da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, prevista para acontecer nesta quinta-feira (1º/6/23), a partir das 10 horas, no Auditório José Alencar da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
A reunião atende a requerimento do deputado Celinho Sintrocel (PCdoB), que no documento reforça a importância do debate e lembra a história da entidade. O Sinpro Minas foi fundado em 12 de fevereiro de 1933, quando havia em Belo Horizonte apenas seis colégios particulares, quase todos confessionais, ou seja, mantidos por entidades religiosas.
“Desde então, a entidade vem lutando pelos direitos dos professores da rede privada no Estado e por uma educação de qualidade”, reforça o parlamentar.
Na área da educação, o Sinpro Minas se destaca atualmente como um dos sindicatos do país que mais obtém conquistas, tais como o adicional extraclasse, bolsas de estudo e repouso remunerado, todas em função da força e da mobilização da categoria por meio da entidade, conforme avalia Celinho Sintrocel.
O Sinpro Minas representa atualmente cerca de 80 mil professores de diversos níveis de ensino, da educação infantil ao ensino superior, e atende a categoria por meio de sua sede, em Belo Horizonte, e das 17 regionais e escritórios pelo interior, alcançando assim profissionais da educação que atuam em todos os 853 municípios de Minas Gerais.
E conforme lembra Celinho Sintrocel essa prestação de serviços acontece não apenas na mobilização pela valorização da profissão, mas também por meio de eventos, cursos, oficinas, palestras e atividades culturais e educacionais.
O requerimento assinado por Celinho Sintrocel lembra ainda o pioneirismo da entidade que, já em 1949, data da primeira negociação salarial, levou a categoria a aprovar em assembleia a instauração de um dissídio coletivo.
Um ano depois, foi realizada a primeira campanha pelo repouso remunerado e, entre 1956 e 1960, a entidade participou dos debates sobre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e a criação da Federação dos Professores do Ensino Secundário, além de ter desenvolvido uma luta mais sintonizada com a ascensão do movimento sindical da época.
“Ainda na década de 1950, o sindicato iniciou a sua interiorização, que ganhou maior impulso a partir de 1962, quando foi criado o Departamento de Interior. Contudo, somente a partir de 1980, com a criação das regionais, é que a entidade começou a organizar, de fato uma ação direta nos municípios de todo o estado”, lembra o parlamentar.
E a partir do início da década de 1980, período de redemocratização do País, que o Sinpro Minas passou a participar ativamente das diversas lutas sociais, entre elas as campanhas a favor da anistia aos cassados pelo Regime Militar, pelas eleições diretas para a Presidência da República (Diretas já) e pela convocação da Assembleia Nacional Constituinte.
Presidente e ex-presidentes foram convidados
Entre os convidados da audiência pública estão a presidenta do Sinpro Minas, Valéria Peres Morato Gonçalves, e quatro ex-presidentes da entidade: Carlos Magno Machado, Celina Alves Padilha Arêas, Newton Pereira de Souza e Décio Braga de Souza.
Também foram chamados representantes da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Fitee), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee) e da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg).
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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