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Situação da radioterapia em Minas será debatida em audiência

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Nesta quinta-feira (21/9/23), o descumprimento da chamada Lei dos 60 dias, prazo para que o paciente inicie seu tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), volta a ser debatido na Comissão Extraordinária de Prevenção e Enfrentamento ao Câncer, desta vez para fazer um levantamento detalhado sobre a oferta da radioterapia e da radiocirurgia no Estado.

A audiência será realizada às 9 horas, no Auditório do andar SE da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), e foi pedida pelo deputado Elismar Prado (Pros), que preside a comissão, tendo em vista que em Minas, cerca de 40% dos pacientes com câncer iniciam tratamento com mais de 60 dias após o diagnóstico.

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O dado é da própria Secretaria de Estado de Saúde, conforme mostrado em audiência da comissão realizada em maio. A Lei dos 60 dias é federal (Lei 12.732, de 2012) e garante o direito ao início do tratamento pelo SUS nesse prazo máximo, contado após o diagnóstivo de neoplasia maligna, e conforme a necessidade terapêutica do caso, seja ela terapia cirúrgica, radioterapia ou quimioterapia.

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Os aceleradores lineares são equipamentos utilizados na radioterapia, que será o destaque da audiência. Esses equipamentos geram uma forma de radiação através de corrente elétrica, direcionada para a área que se quer tratar.

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Conforme o requerimento da audiência, a comissão quer saber onde estão distribuídos esses aparelhos de radioterapia e qual o tempo e a distância que os pacientes percorrem para ter acesso ao tratamento nas várias localidades do Estado.

Espera-se, ainda, levantar quais os investimentos previstos e o que já foi aplicado para garantir o direito à radioterapia, bem como traçar soluções para romper a estimativa de que, pelo menos, 5 mil pessoas morrem todos os anos por falta de radioterapia no País.

Convidados

O objetivo é debater a situação com a participação de pacientes e de entidades que atuam em sua defesa, de representantes de hospitais do câncer, de secretarias municipais de saúde, prefeitos e vereadores.

Entre instituições e órgãos convidados estão Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Radioterapia, SES, Hospital Mário Penna e Santa Casa de Belo Horizonte, além de unidades hospitalares de cidades como Montes Claros (Norte de Minas), Patos de Minas (Alto Paranaíba), Uberlândia (Triângulo Mineiro), Barbacena e Itabira (Região Central), Divinópolis (Centro-Oeste) e Muriaé (Zona da Mata).

Lista

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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