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Terceirização e Reforma Trabalhista serão temas de debate em Ipatinga

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A Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) estará nesta sexta-feira (6/10/23) na Câmara Municipal de Ipatinga (Praça dos Três Poderes, s/n, Centro) para audiência pública sobre a privatização de setores estratégicos, a terceirização e precarização do trabalho e as consequências da Reforma Trabalhista do Governo Temer.

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A reunião na região do Rio Doce acontece a pedido dos deputados Betão (PT) e Celinho Sintrocel (PCdoB), respectivamente presidente e vice do colegiado.

Dentre os convidados a participar da audiência, destaca-se o procurador da República, Ângelo Giargini de Oliveira; o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Jairo Nogueira Filho; o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Ipatinga e Região (Sindipa), Geraldo Magela Duarte; e o documentarista, pesquisador e professor de história, Sávio Tarso Pereira da Silva.

A audiência pública em Ipatinga também marcará os 60 anos do Massacre de Ipatinga, ocorrido em 7 de outubro de 1963. A memória deste crime foi apagada pela Ditadura Militar, já que o fato foi o ápice de uma situação tensa que persistia entre a Polícia Militar e funcionários da Usiminas, revoltados com as más condições de trabalho e a humilhação que sofriam ao serem revistados antes de entrar e sair da empresa para sua jornada de trabalho.

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Na noite anterior ao dia do massacre, os trabalhadores que saíram do turno da noite foram submetidos a uma forte revista, em que leite e alimentos, distribuídos pela Usiminas, não puderam ser levados para casa. A Polícia Militar havia descoberto recentemente planos de resistência e reuniões sindicais no distrito e ameaçava os trabalhadores.

Revoltados com os fatos, operários confrontaram a Cavalaria da PM após esta tentar dissolver uma aglomeração no alojamento Santa Mônica. Somente com a intermediação do padre Avelino Marques, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Esperança, foi decidido que ao amanhecer haveria uma reunião entre a diretoria da Usiminas e representantes da polícia, do sindicato local e dos operários.

Na manhã do dia 7 de outubro, cerca de seis mil trabalhadores em greve em frente à portaria da Usiminas aguardavam o término da reunião de conciliação, na qual foi decidido que a atuação da Cavalaria da PM seria suspensa durante as investigações das agressões do dia anterior.

Ao mesmo tempo, soldados armados insistiam em permanecer no local e intimidavam os revoltosos, que passaram a repreendê-los com pedras e xingamentos. Ao final da reunião, dezenove policiais no alto de um caminhão metralharam os operários, resultando oficialmente em oito mortos (inclusive uma criança no colo de sua mãe) e 79 feridos. Os números oficiais são contestados e sobreviventes falam em mais de 40 mortos.

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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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