Política
Veto a isenção de taxas de cartórios já pode seguir para o Plenário

O Veto 7/23, que incide parcialmente sobre a Proposição de Lei 25.611, que prevê isenção de taxas cobradas por cartórios de protesto, já pode seguir para a apreciação do Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Nesta quinta-feira (21/3/24), a matéria recebeu parecer da Comissão Especial criada para analisá-la. O relator, deputado Carlos Henrique (Republicanos), opinou pela manutenção do veto.
O veto do governador Romeu Zema incide sobre trecho da proposição que pretendia garantir isenção da cobrança de taxas de arquivamento e cancelamento de determinados títulos em cartório.
O chefe do Poder Executivo argumentou que a isenção proposta poderia prejudicar os cartórios de protesto, especialmente os de pequeno porte localizados no interior do Estado. Além disso, a medida poderia comprometer a arrecadação da taxa judiciária, o que seria prejudicial para o Tribunal de Justiça, segundo Zema.
O deputado Carlos Henrique concordou com as razões do governador e opinou pela manutenção do veto.
Vetos relativos a financiamento de ações de erradicação da miséria têm análise adiada
Os dois vetos referentes à destinação de recursos para ações de combate à miséria não foram apreciados nesta quinta-feira (21).
O Veto 10/24 (Veto Parcial à Proposição de Lei 25.638) incide sobre um dispositivo acrescentado ao Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG). O objetivo seria criar uma ação no programa de fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (Suas), atribuindo ao Fundo Estadual de Assistência Social (Feas) a gestão dos recursos destinados ao atendimento de despesas não previstas no Fundo de Erradicação da Miséria (FEM).
Esses recursos são da ordem de R$ 1 bilhão em 2024 e decorrem do adicional da alíquota do ICMS sobre produtos supérfluos, aprovado em 2023 pela ALMG para financiar ações de combate à miséria.
Para o Poder Executivo, a transferência da gestão dos recursos para o Feas provocaria uma divergência na governança do FEM, que tem como administradores a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e um grupo coordenador, composto por representantes de secretarias de Estado e de conselhos de políticas públicas.
O relator, deputado Cássio Soares (PSD), opinou pela manutenção do veto. Mas o parecer não foi votado por causa de um pedido de vista da deputada Bella Gonçalves (Psol). Nova reunião foi marcada para esta segunda-feira (25), às 15 horas, para analisar a matéria.
Já o Veto 11/24 (Veto Parcial à Proposição de Lei 25.639) incide sobre dois dispositivos da Lei Orçamentária Anual. O primeiro acrescenta mais de R$ 1 bilhão ao orçamento do Feas. O segundo acrescenta esse mesmo montante ao FEM e determina a sua redistribuição ao Feas.
O governador argumentou que as mudanças propostas configurariam um problema na governança dos dois fundos estaduais. Além disso, lembrou que as ações de combate à miséria não ficarão prejudicadas, pois poderão ser financiadas por meio de créditos suplementares ao Orçamento do Estado. Para isso, já tramita na ALMG o PL 1.978/24.
O relator desse veto também foi o deputado Cássio Soares. Ele concordou com as razões apresentadas pelo governador Romeu Zema e opinou pela manutenção do veto. O parecer foi distribuído em avulso (cópias) para os deputados e nova reunião para analisá-lo foi convocada para esta segunda-feira (25), às 15h30.
Proposição sobre isenção de contribuição previdenciária tem trechos vetados
Também foi adiada a análise do Veto 8/24 (Veto Parcial à Proposição de Lei Complementar 180). O relator, deputado Cássio Soares (PSD), determinou a distribuição de seu parecer em avulso e nova reunião foi convocada para apreciá-lo nesta segunda-feira (25), às 16 horas. Ele opinou pela manutenção do veto.
O governador vetou quatro dispositivos da proposição que trata da isenção de contribuição previdenciária para servidores aposentados ou pensionistas que tenham alguma doença incapacitante.
O parágrafo único do artigo 1º estende essa imunidade tributária aos servidores militares, tanto da reserva quanto reformados, e seus pensionistas. O governador alegou que a imunidade constitucional não alcança essa categoria de servidores.
Já o parágrafo único do artigo 4º estabelece que o beneficiário receberá, com correção monetária, a restituição dos valores de contribuição previdenciária recolhidos em decorrência da suspensão do ato administrativo fundamentado na ausência de lei regulamentar. Na justificativa do veto, o governador afirmou que a suspensão desse tipo de pagamento não enseja o direito à restituição dos valores recolhidos nem tampouco a incidência de correção monetária.
Por sua vez, o artigo 7º estabelece que os servidores temporários da educação já aposentados terão direito à assistência do Ipsemg Saúde. O governador alega que essa categoria de servidores não pode ingressar no Regime Próprio de Previdência e, portanto, não é beneficiária do Ipsemg.
Por fim, o artigo 8º assegura aos militares que participaram do movimento reivindicatório de junho de 1997 a anistia das punições administrativas ou disciplinares; a retirada das suas fichas funcionais das anotações e registros de punições; e a contagem de tempo de serviço para promoções. O governador apontou vício de iniciativa, tendo em vista que esse dispositivo foi incluído no texto por emenda parlamentar.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
-
CIDADES6 dias atrás
Nikolas é favorito em Minas
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Presidente da CAAMG prestigia posse da diretoria da OAB Nacional e participa de reunião da Concad
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Fabriciano inicia obra de 500 moradias
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Inscrições abertas para 3ª Maratona Faemg Jovem
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Mulheres lideram a transformação da infraestrutura e mobilidade nos países do Brics
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Cooxupé tem faturamento recorde
-
Coluna Minas Gerais3 dias atrás
Lactalis investe R$ 291 milhões em Minas
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Falta de planejamento e o alto custo na mesa do consumidor