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2 sucos poderosos para turbinar o bronzeado

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2 sucos poderosos para turbinar o bronzeado
Redação EdiCase

2 sucos poderosos para turbinar o bronzeado

O verão é a estação do ano favorita de várias pessoas. Com a chegada dos dias de sol, muitos aproveitam para ganhar o tão sonhado bronzeado. Para isso, manter a pele hidratada é essencial, já que, além de evitar o descascamento, o cuidado melhora a propriedade da epiderme, protegendo-a contra diversos agentes agressores do meio ambiente. O farmacêutico Jamar Tejada, lembra que a hidratação também vem de dentro: então, é importante consumir bastante água e sucos com vitamina C.

“Alguns suplementos podem ajudar no cuidado com a pele durante a exposição solar, como o picnogenol, uma substância extraída do pinheiro que tem alto poder oxidante, reduzindo os danos causados à pele por radicais induzidos pela luz solar. E, no mais, ainda vale evitar banhos muito quentes e prolongados para não descamar a pele e perder o bronzeado mais rápido”, alerta o especialista.

A fim de te ajudar a conquistar um bronzeado bonito de forma saudável, o profissional ensina a preparar 2 sucos saborosos e refrescantes. Confira!

Suco bronzeado dourado

Este suco estimula a produção da melanina, responsável pela pigmentação da pele.

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Ingredientes

  • 3 cenouras descascadas e cortadas em rodelas
  • 1 florete de brócolis
  • 1 beterraba descascada e picada
  • 400 ml de água
  • 10 morangos cortados em rodelas
  • 1 colher de chá de cúrcuma
  • Gengibre a gosto

Modo de preparo

Em um liquidificador, coloque todos os ingredientes e bata até obter uma consistência homogênea. Após, transfira o suco para um copo e sirva em seguida.

Suco para acelerar o bronzeado

Feito com frutas ricas em betacaroteno (essa substância deixa a pele mais morena quando exposta ao sol). Este suco ativa a melanina, deixando a pele morena (e não vermelha) e evitando que descasque depois. Além do betacaroteno, é rico em vitamina E e minerais. É indicado para melhorar a saúde e a hidratação da pele.

Ingredientes

  • Polpa de 1 mamão-papaia
  • 1 colher de chá de linhaça
  • 1 xícara de chá de água
  • 1 colher de sopa de salsinha
  • 1 cenoura picada
  • 1 manga descascada e picada
  • 2 laranjas

Modo de preparo

Em um liquidificador, coloque todos os ingredientes e bata até obter uma consistência homogênea. Transfira o suco para um copo e sirva em seguida. Se quiser um melhor resultado, faça este suco todos os dias, começando, no mínimo, 15 dias antes da exposição ao sol e durante os dias de praia ou piscina.

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Dicas para conquistar o bronzeado perfeito

O farmacêutico Jamar Tejada elenca algumas dicas para manter a pele hidratada e evitar problemas. Confira!

  • Coma alimentos ricos em betacaroteno (frutas e legumes de cor vermelha, laranja ou amarela). O alimento de cor alaranjada colabora com o tom bronzeado;
  • Lembre-se que os antioxidantes ajudam a reduzir a inflamação da pele durante os dias de exposição e protegem dos danos causados pelo sol. Coma mais frutas, legumes, verduras, grãos e alimentos integrais;
  • E, por fim, beba de dois a três litros de água por dia e aposte nos hidratantes à base de ureia e glicerina, que são mais eficazes e evitam o ressecamento da pele, deixando o bronzeado mais saudável e prolongado.

Por Mayra Barret o

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Especialistas se reúnem em workshop para discutir estratégias e inovações para impulsionar a economia de baixo carbono e a redução de emissões de gases de efeito estufa no Brasil

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A redução da emissão de gases poluentes é uma demanda mundial urgente para desacelerar o processo de aquecimento global. O impacto das mudanças climáticas, com a recorrência de eventos extremos como verões mais quentes, períodos de secas e chuvas mais concentradas e intensas, impulsiona a transição para uma economia de baixo carbono.

Para estimular a troca de experiências e conhecimentos sobre o assunto, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG) promove, no dia 22 de outubro de 2024, o workshop “O papel das engenharias na transição para uma economia de baixo carbono”. O evento, gratuito e aberto ao público, reúne especialistas para debater soluções integradas para a redução de emissões de carbono e da sustentabilidade em diversos setores como indústria, transporte, construção civil, energia e agronegócio.

O papel da engenharia
Organizado pelo Grupo de Trabalho (GT) “Economia de Baixo Carbono”, o workshop apresentou novas perspectivas para o mercado de carbono brasileiro e abordou a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE) por meio do Projeto de Lei 182 de 2024, em análise no Senado.

“Precisamos ampliar a discussão sobre esse mercado e o papel das engenharias na desaceleração das mudanças climáticas”, pontuou a coordenadora do GT, engenheira mecânica Sírcia de Sousa.

Segundo ela, que também é conselheira da Câmara Especializada de Engenharia Mecânica, a engenharia é essencial para o planejamento e implementação de estratégias de descarbonização para setores industriais, monitoramento e verificação de gases de efeito estufa, além da criação de soluções baseadas na natureza para remoção de carbono. “Os engenheiros também desempenham um papel essencial na produção de normas que orientam e incentivam a população a ter atitudes menos agressivas ao meio ambiente, além de tornar atrativa a adesão da sociedade a um cotidiano de menor emissão de gases poluentes”, ressalta Sírcia.

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O engenheiro florestal e técnico administrativo da Ufla, Thiago Magalhães Meirele, destacou a importância de ambientes como o workshop organizado pelo Crea-MG para que profissionais de diversas áreas possam interagir, debater e criar soluções mais ágeis para que o processo de migração do mercado para a economia de baixo carbono seja mais eficiente.  “Esse processo é multidisciplinar, cada profissional dentro da sua área, da sua especificidade e atribuição técnica tem seu papel. Juntos, eles vão ajudar na criação de novas tecnologias, no desenvolvimento de protocolos, na aplicação de certificações, dentre outras questões”, disse. Thiago ainda destacou que é preciso que toda a população tenha consciência do tema. “Esses são problemas coletivos e só podem ser resolvidos na coletividade, se não houver um entendimento de que todas as áreas precisam trabalhar juntas para atingir essas metas, a gente não vai conseguir alcançá-las”, afirmou. O engenheiro concluiu explicando a importância do poder público nesse contexto. “Esse processo perpassa também por mudanças de políticas públicas, por incentivos fiscais, por educação”.

Também reconhecendo a iniciativa do Crea-MG em promover um evento para debater um tema “muito importante e de interesse mundial”, o engenheiro florestal Enio Fonseca, com 42 anos de atuação nas áreas de sustentabilidade, meio ambiente e mineração, ele veio participar do workshop. Fonseca parabenizou o Conselho e relembrou que “a engenharia tem um papel muito importante na dinâmica da concepção e operacionalização dessas questões da transição energética e que envolvem o crédito de carbono’’

Exemplo mineiro

Durante o workshop o município do sul de Minas, Extrema, ganhou espaço por ser o pioneiro e ser exemplo em relação a implementação de políticas ambientais. “O primeiro o município que tem esse tipo de modelo de mercado regulado de carbono é mineiro. Extrema é um caso de sucesso que começou em 2005 com uma política de pagamento dos serviços ambientais e na evolução da política, entre 2015 e 2017, eles começaram a incorporar a questão do carbono como uma das condicionantes ambientais”, comentou a engenheira florestal Valéria de Fátima Silva, integrante da Carbon Flore, empresa dedicada a soluções para economia de baixo carbono.

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Valéria explicou que em nível estadual e nacional, a regulação caminha lentamente e que ainda existem diversos entraves para que o mercado adote políticas ambientais.

“Para avançar, é preciso haver consenso e envolvimento, e Extrema se diferenciou por fazer esse envolvimento voluntariamente, então só quando as empresas passaram a apoiar o projeto voluntariamente, eles instituíram isso como lei. Então o caminho foi primeiro de convencimento, de engajamento voluntário, para depois a obrigação legal”, explicou a engenheira florestal.

Outro desafio apontado pelo engenheiro de produção civil e professor do Cefet-MG Augusto César da Silva Bezerra é a ampliação do uso de biomassa para a produção de energia. Para ele, o mercado de uma maneira geral está atento ao uso consciente da energia. “A indústria global tem uma projeção de emissões mais voltada para o setor energético, para a energia, o uso da energia na indústria. E a indústria brasileira, nesse aspecto, está bem. A energia brasileira é uma energia mais limpa do que a média global. Nosso principal desafio, eu acredito que seja a gente conseguir potencializar o uso de biomassa, seja para a produção de energia térmica, de biocombustíveis ou de bioenergia, de uma forma ampla”, afirmou.

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