Pesquisar
Close this search box.

Saúde

Copa do Mundo: 5 ensinamentos que os jogos podem passar para as crianças

Publicados

em

Copa do Mundo: 5 ensinamentos que os jogos podem passar para as crianças
Redação EdiCase

Copa do Mundo: 5 ensinamentos que os jogos podem passar para as crianças

A Copa do Mundo do Catar tem despertado fortes sentimentos em todo mundo que ama futebol. A euforia, que já acontece com os adultos, também mexe muito com as crianças que estão torcendo pelo Brasil. Além disso, as escolas costumam promover essa tradicional festa com toda a emoção e o envolvimento dos pequenos. É por lá que dá para aproveitar o campeonato e ensiná-los alguns comportamentos parecidos aos de dentro do gramado.

Para isso, Miriam Dantas, coordenadora pedagógica da Mind Lab, empresa que visa mudar a realidade socioeconômica e educacional do Brasil, incluindo a abordagem socioemocional no dia a dia das escolas, dá dicas de como trabalhar tais ensinamentos. Confira!

1. Trabalho em equipe

A Copa é o exemplo real de como é necessário saber trabalhar em equipe. O goleiro não ganha se o artilheiro não fizer o gol, e o artilheiro não ganha se o goleiro não defender a bola. Ou seja, no campo ou na escola, saber trabalhar em grupo é mais que preciso. Portanto, ensinar as crianças sobre compartilhar e retribuir é o primeiro passo para tornar isso recorrente entre os alunos.

Leia Também:  Atrizes e influenciadoras mirins celebram o Dia das Crianças

2. Entender as competências de cada um

Esse ponto se completa com a dica anterior. Assim que os pequenos começarem a entender a importância do trabalho em grupo, as habilidades de enxergar as competências dos colegas também farão parte do cotidiano. Para ter um bom trabalho em grupo , todos precisam colaborar, cada um com sua criatividade e seu desempenho.

3. Disciplina

Com toda certeza, os atletas convocados para os jogos não conquistaram esse lugar com pouca disciplina; muito pelo contrário, tiveram que estudar, treinar e confiar neles para conquistar esse lugar. Logo, ensinar as crianças sobre a importância da disciplina a partir dos exemplos dos jogadores da Copa é um ótimo incentivo.

4. Sentimentos de derrota e ansiedade

Esse ponto é superimportante, uma ótima lição para refletirmos sobre a Copa com os pequenos. Ensiná-los sobre os próprios sentimentos está entre as etapas mais importantes da vida, visto que é preciso lidar com isso também na rotina. “Investir em estratégias de ensino de habilidades socioemocionais é uma boa alternativa para os pequenos”, argumenta Miriam.

Leia Também:  Materiais didáticos de uso coletivo podem ser custeados com recursos de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino

5. Lutar pelos seus sonhos

Por fim, mas não menos importante, compartilhar a histórias dos jogadores para as crianças é resgatar a esperança dos sonhos de cada um. Então, aconselha-se que os professores tragam isso à sala de aula. “A criança tem a inocência e a leveza de sonhar grande, então deixe-as”, conclui.

Miriam ainda reforça que a Copa também pode ser exemplo na aprendizagem dos estudos, como nas aulas de Geografia, ensinando sobre a cultura e os procedimentos que os atletas precisam fazer para estar no Catar. Em inglês, ter a referência que é uma língua utilizada mundialmente, assim como na Copa, pode despertar mais interesse dos alunos em aprender e conquistar esse sonho.

Por Grazieli Binkowski

Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Saúde

Especialistas se reúnem em workshop para discutir estratégias e inovações para impulsionar a economia de baixo carbono e a redução de emissões de gases de efeito estufa no Brasil

Publicados

em

A redução da emissão de gases poluentes é uma demanda mundial urgente para desacelerar o processo de aquecimento global. O impacto das mudanças climáticas, com a recorrência de eventos extremos como verões mais quentes, períodos de secas e chuvas mais concentradas e intensas, impulsiona a transição para uma economia de baixo carbono.

Para estimular a troca de experiências e conhecimentos sobre o assunto, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG) promove, no dia 22 de outubro de 2024, o workshop “O papel das engenharias na transição para uma economia de baixo carbono”. O evento, gratuito e aberto ao público, reúne especialistas para debater soluções integradas para a redução de emissões de carbono e da sustentabilidade em diversos setores como indústria, transporte, construção civil, energia e agronegócio.

O papel da engenharia
Organizado pelo Grupo de Trabalho (GT) “Economia de Baixo Carbono”, o workshop apresentou novas perspectivas para o mercado de carbono brasileiro e abordou a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE) por meio do Projeto de Lei 182 de 2024, em análise no Senado.

“Precisamos ampliar a discussão sobre esse mercado e o papel das engenharias na desaceleração das mudanças climáticas”, pontuou a coordenadora do GT, engenheira mecânica Sírcia de Sousa.

Segundo ela, que também é conselheira da Câmara Especializada de Engenharia Mecânica, a engenharia é essencial para o planejamento e implementação de estratégias de descarbonização para setores industriais, monitoramento e verificação de gases de efeito estufa, além da criação de soluções baseadas na natureza para remoção de carbono. “Os engenheiros também desempenham um papel essencial na produção de normas que orientam e incentivam a população a ter atitudes menos agressivas ao meio ambiente, além de tornar atrativa a adesão da sociedade a um cotidiano de menor emissão de gases poluentes”, ressalta Sírcia.

Leia Também:  Saiba como estimular o cérebro e aumentar a capacidade de memorização

O engenheiro florestal e técnico administrativo da Ufla, Thiago Magalhães Meirele, destacou a importância de ambientes como o workshop organizado pelo Crea-MG para que profissionais de diversas áreas possam interagir, debater e criar soluções mais ágeis para que o processo de migração do mercado para a economia de baixo carbono seja mais eficiente.  “Esse processo é multidisciplinar, cada profissional dentro da sua área, da sua especificidade e atribuição técnica tem seu papel. Juntos, eles vão ajudar na criação de novas tecnologias, no desenvolvimento de protocolos, na aplicação de certificações, dentre outras questões”, disse. Thiago ainda destacou que é preciso que toda a população tenha consciência do tema. “Esses são problemas coletivos e só podem ser resolvidos na coletividade, se não houver um entendimento de que todas as áreas precisam trabalhar juntas para atingir essas metas, a gente não vai conseguir alcançá-las”, afirmou. O engenheiro concluiu explicando a importância do poder público nesse contexto. “Esse processo perpassa também por mudanças de políticas públicas, por incentivos fiscais, por educação”.

Também reconhecendo a iniciativa do Crea-MG em promover um evento para debater um tema “muito importante e de interesse mundial”, o engenheiro florestal Enio Fonseca, com 42 anos de atuação nas áreas de sustentabilidade, meio ambiente e mineração, ele veio participar do workshop. Fonseca parabenizou o Conselho e relembrou que “a engenharia tem um papel muito importante na dinâmica da concepção e operacionalização dessas questões da transição energética e que envolvem o crédito de carbono’’

Exemplo mineiro

Durante o workshop o município do sul de Minas, Extrema, ganhou espaço por ser o pioneiro e ser exemplo em relação a implementação de políticas ambientais. “O primeiro o município que tem esse tipo de modelo de mercado regulado de carbono é mineiro. Extrema é um caso de sucesso que começou em 2005 com uma política de pagamento dos serviços ambientais e na evolução da política, entre 2015 e 2017, eles começaram a incorporar a questão do carbono como uma das condicionantes ambientais”, comentou a engenheira florestal Valéria de Fátima Silva, integrante da Carbon Flore, empresa dedicada a soluções para economia de baixo carbono.

Leia Também:  Peçanha: PCMG prende homem suspeito de estuprar três crianças

Valéria explicou que em nível estadual e nacional, a regulação caminha lentamente e que ainda existem diversos entraves para que o mercado adote políticas ambientais.

“Para avançar, é preciso haver consenso e envolvimento, e Extrema se diferenciou por fazer esse envolvimento voluntariamente, então só quando as empresas passaram a apoiar o projeto voluntariamente, eles instituíram isso como lei. Então o caminho foi primeiro de convencimento, de engajamento voluntário, para depois a obrigação legal”, explicou a engenheira florestal.

Outro desafio apontado pelo engenheiro de produção civil e professor do Cefet-MG Augusto César da Silva Bezerra é a ampliação do uso de biomassa para a produção de energia. Para ele, o mercado de uma maneira geral está atento ao uso consciente da energia. “A indústria global tem uma projeção de emissões mais voltada para o setor energético, para a energia, o uso da energia na indústria. E a indústria brasileira, nesse aspecto, está bem. A energia brasileira é uma energia mais limpa do que a média global. Nosso principal desafio, eu acredito que seja a gente conseguir potencializar o uso de biomassa, seja para a produção de energia térmica, de biocombustíveis ou de bioenergia, de uma forma ampla”, afirmou.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA