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Operação Baião de Dois: empresas do ramo alimentício são alvos da ação

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Divulgação/PCMG

Na manhã desta terça-feira (7/3), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o Ministério Público (MPMG), a Polícia Penal e a Secretaria de Estado da Fazenda deflagraram a operação Baião de Dois. Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão contra pessoas físicas e jurídicas do ramo alimentício suspeitas de crimes contra a administração pública. As medidas judiciais foram executadas nas cidades de Belo Horizonte, Nova Lima e Sabará.

Dentre os crimes sob investigação, estão associação criminosa, falsidade ideológica, corrupção e lavagem de dinheiro. As autoridades descobriram que, após declaração de inidoneidade de uma empresa por envolvimento em cartel, impedindo-a de participar de licitações, seus sócios e representantes passaram a atuar por outras pessoas jurídicas de modo a burlar a restrição imposta pelo Estado. O grupo controlava pelo menos três empresas, simuladamente concorrentes, de modo a frustrar o caráter competitivo das licitações.

A operação Baião de Dois visa complementar as provas já produzidas, de modo a identificar o eventual envolvimento de outras empresas, empresários e agentes públicos, bem como determinar a extensão e consequências das fraudes, com outros detalhes sobre a forma de agir da associação, a partir da apreensão de documentos, computadores, celulares e dispositivos eletrônicos pessoais dos envolvidos.

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Participam da ação de hoje 21 policiais civis, 25 policiais penais, seis promotores de Justiça, sete servidores da Receita Estadual, além dos servidores do MPMG. As apurações e levantamentos tiveram o envolvimento do Grupo Especial de Defesa da Probidade Administrativa e do Patrimônio Público (GEPP); do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco); do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público (CAOPP); do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Ordem Econômica e Tributária (Caoet), todos vinculados ao MPMG.

*Texto adaptado do MPMG

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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