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Lavras: PCMG prende homem apontado como mandante de assalto em boate

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta quarta-feira (15/3), mandado de prisão preventiva contra um homem, de 43 anos, suspeito de ser o mandante do assalto a uma boate em Lavras, Sul do estado. Ele é investigado por diversos crimes, incluindo homicídio, e conta com mais de 60 registros policiais.

O crime ocorreu no dia 24 de setembro de 2016, quando quatro homens armados invadiram o estabelecimento, localizado na rodovia BR-265, na zona rural do município, disparando diversos tiros. Imediatamente, os suspeitos anunciaram o assalto e levaram vários bens das vítimas, incluindo celulares, e fugiram em seguida

Contudo, ao ouvir testemunhas, a PCMG descobriu que a intenção dos criminosos poderia ser outra, uma vez que o grupo procurava especificamente pelo proprietário da boate, que não foi localizado por eles na ocasião do roubo. Já no dia 2 de dezembro daquele ano, novamente suspeitos invadiram a mesma boate e executaram o dono dela.

Com ampliação das investigações, a Polícia Civil conseguiu então demonstrar que um dos participantes do assalto já conhecia a vítima fatal, o que indicou o envolvimento do homem de 43 anos no planejamento do roubo. O investigado, também proprietário de uma casa noturna, teria relação de rivalidade com a vítima.

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O inquérito policial foi concluído no último mês, e a PCMG representou pela prisão preventiva do suspeito, deferida pela Justiça e executada hoje durante ação policial.

O preso, que já possui 64 registros policiais, após os procedimentos de polícia judiciária, foi encaminhado ao sistema prisional.

As investigações foram conduzidas por uma equipe policial que investiga crimes patrimoniais em Lavras.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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