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Polícia Civil divulga ações de segurança para o Carnaval 2024

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Divulgação/PCMG

Comprometida com a segurança de foliões e turistas que devem movimentar a próxima edição do Carnaval, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), junto ao Governo de Minas e às demais forças de segurança, preparou uma série de ações para promover a tranquilidade das festividades.

Durante o lançamento do Carnaval da Liberdade e da Tranquilidade, realizado na manhã desta quinta-feira (18/1), no Palácio da Liberdade, a chefe da PCMG, delegada-geral Letícia Gamboge, detalhou as medidas a serem adotadas pela instituição.

“A Polícia Civil de Minas Gerais, desde o mês de dezembro, vem trabalhando diuturnamente no planejamento para o Carnaval 2024, com o envolvimento das equipes da capital e do interior do estado, com o fortalecimento do atendimento nas nossas unidades de plantão e também nas nossas unidades periciais. É importante salientarmos que trabalharemos também com campanhas educativas que já têm sido implementadas”, destacou Gamboge.

Incremento

A Polícia Civil vai contar com 1,2 mil servidores a mais nos quatro dias de folia e, com isso, reforçar o efetivo de unidades de plantão, de delegacias de cidades turísticas, das unidades periciais e do Instituto de Identificação. Também serão ampliadas as equipes do Instituto Médico Legal (IML) em Belo Horizonte e dos Postos Médico-legais em Ouro Preto, Santa Rita do Sapucaí, São João del-Rei, Tiradentes e Diamantina.

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O ônibus da Delegacia Móvel da PCMG estará em pontos estratégicos da capital mineira para auxiliar os foliões. Vale lembrar, ainda, que ocorrências policiais, como perda de objetos e documentos, acidente de trânsito sem vítima, desaparecimento de pessoa, furto, ameaça, lesão e vias de fato e descumprimento de medida protetiva, dentre outros, poderão ser registradas de forma on-line na Delegacia Virtual da Polícia Civil.

De acordo com a chefe da PCMG, a instituição tem o compromisso de, em conjunto com as demais forças de segurança pública, e com os recursos humanos e tecnológicos disponíveis, protagonizar uma das edições mais seguras do Carnaval mineiro neste ano. “Por meio da nossa Delegacia de Atendimento ao Turista, que contará com um posto na Praça da Liberdade, e também de acordo com a movimentação de turistas, a partir da nossa Delegacia Móvel, vamos atender a todos os cidadãos e foliões, de maneira segura e efetiva”, concluiu Letícia Gamboge.

*Texto adaptado de Agência Minas.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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