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‘Censura’, diz Nikolas Ferreira sobre Moraes ter multado Telegram

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Nikolas Ferreira foi o deputado federal mais votado de Minas Gerais
Reprodução – 05.11.2022

Nikolas Ferreira foi o deputado federal mais votado de Minas Gerais

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) disse, nesta quinta-feira (26), que a  multa aplicada pelo ministro Alexandre de Moraes , do Supremo Tribunal Federal (STF) ao Telegram é “deplorável”. A punição ocorreu devido ao fato da rede social não ter cumprido a ordem de bloquear o canal do parlamentar.

Ao jornal O Estado de São Paulo, Ferreira disse que considera a multa uma ” censura “. Ele também afirmou  que “é proibido falar no Brasil”.

“Um parlamentar, com a votação expressiva que eu tive, não pode se comunicar através das redes”, declarou Ferreira, que foi o deputado federal mais votado do país nas eleições de 2022, com 1,49 milhão de votos.

Moraes decidiu penalizar o Telegram em R$ 1,2 milhão em razão do descumprimento parcial da decisão que determinou o bloqueio de 5 canais. Duas contas do influenciador Bruno Aiub, conhecido como Monark; uma da professora Paula Marisa; e o perfil denominado “Patriotas”. No entanto, a plataforma enviou ao magistrado um pedido de reconsideração do bloqueio da conta de Nikolas Ferreira.

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O ministro disse que a empresa não pode deixar de cumprir decisões judiciais em território brasileiro.

“Como qualquer entidade privada que exerça sua atividade econômica no território nacional, a rede social Telegram deve respeitar e cumprir, de forma efetiva, comandos diretos emitidos pelo Poder Judiciário relativos a fatos ocorridos ou com seus efeitos perenes dentro do território nacional; cabendo-lhe, se entender necessário, demonstrar seu inconformismo mediante os recursos permitidos pela legislação brasileira”, afirmou.

Moraes destacou ainda que a medida “não configura qualquer censura prévia” e completou: “Os bloqueios das contas de redes sociais determinados nestes autos, portanto, se fundam na necessidade de fazer cessar a continuidade da divulgação de manifestações criminosas”, disse o ministro.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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