Brasil e Mundo
Mandado de prisão falso é expedido de Moraes contra ele mesmo no CNJ


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes , expediu a si mesmo um mandado de prisão, na noite desta quarta-feira, 4. O caso aconteceu após o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ter sido invadido por um ataque hacker.
Em um trecho do documento, “Moraes” diz que determina “por fim, a extração integral de cópias e sua imediata remessa para o Inquérito n. 4.874/DF e de todos os inquéritos de censura e perseguição política, em curso no SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL para o CNJ, a fim de que me punam exemplarmente. Diante de todo o exposto, expeça-se o competente mandado de prisão em desfavor de mim mesmo, Alexandre de Moraes. Publique-se, intime-se e faz o L.”
O texto foi retirado do sistema do CNJ após a publicação da matéria no site “Metrópoles”, que afirmou que a Polícia Federal (PF) já investiga o caso. Ao DIA, a PF disse que “não se manifesta ou confirma a existência referentes a eventuais investigações em andamento”. O CNJ informou que “identificou inconsistência fora do padrão no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões, introduzida por usuário regularmente cadastrado no sistema”.
De acordo com o Conselho, o ocorrido já está sendo investigado pelas autoridades responsáveis. “Cautelarmente, e como medida de segurança, haverá restrição de acessos à plataforma, embora esteja preservada a integridade das demais informações que foram, regularmente, produzidas dentro do sistema”, afirmou a nota. Procurado, o STF disse que respostas são dadas apenas pelo CNJ.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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