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Ministro Edson Fachin arquiva inquérito contra Renan Calheiros


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, arquivou o inquérito que investigava o senador Renan Calheiros (MDB-AL) por suposto recebimento de propina de R$ 1 milhão da empreiteira Odebrecht, conforme declarado por delatores da Operação Lava Jato.
Fachin atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo o órgão, “não houve o rastreamento de dinheiro em moeda corrente que teria supostamente sido entregue ao mencionado agente político, tampouco foi averiguado o ingresso de recursos sem lastro em contas bancárias do parlamentar”.
A Polícia Federal indiciou Renan em julho de 2021. Na ocasião, a PF informou ter “elementos probatórios concretos de autoria e materialidade” e a presença de “indícios suficientes” de que o senador teria recebido R$ 1 milhão em propinas em 2012 para aprovar a Resolução do Senado 72/2010.
A PGR declarou que não foram colhidos indícios de “qualquer atuação do senador Renan Calheiros voltada para a prática de atos ilícitos durante a aprovação da medida legislativa que eliminaria ou reduziria os subsídios à importação de produtos”.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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