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Resolução do Congresso será considerada em julgamento, diz Lewandowski

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Ricardo Lewandowski
Nelson Jr./SCO/STF

Ricardo Lewandowski

O ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF ) Ricardo Lewandowski disse nesta sexta-feira (16) que irá considerar em seu voto, a resolução aprovada pelo Congresso sobre o orçamento secreto . A votação das ações que questionam a constitucionalidade das emendas do relator será retomada na próxima segunda-feira (19) .

“Nós paralisamos a nossa votação em homenagem ao Senado Federal, ao Congresso Nacional. Agora, temos uma resolução, estou tomando conhecimento agora de seu conteúdo e certamente nós levaremos essa resolução em consideração quando retornarmos o julgamento na 2ª feira que vem”, declarou Lewandowski em coletiva.

Nesta sexta, o assunto foi discutido entre o ministro e  o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

“Muito daquilo que estava proposto na resolução atendia as preocupações ventiladas pelos ministros no julgamento. na segunda-feira, com toda certeza, nos debruçaremos sobre a resolução, que agora foi aprovada, sempre nesse sentido importante de diálogo entre os poderes, afirmou Lewandowski após reunião com Pacheco.

Os votos dos ministros

A sessão foi suspensa por volta das 20h de ontem (15), com 5 a 4 para tornar a medida inconstitucional. Veja como foi:

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Cinco ministros votaram para extinguir o orçamento secreto. Foram eles: Rosa Weber (relatora), Edson Fachin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Luis Roberto Barroso.

Quatro ministros votaram para que as emendas de relator continuem continuar sendo distribuídas pelo relator do Orçamento, contanto que utilize de mais transparência. Foram eles: André Mendonça, Nunes Marques, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. 

Sessão interrompida

Os dois ministros restantes, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes pediram mais tempo para análise e citaram a espera da discussão da resolução sobre o assunto no Legislativo.

Resolução aprovada pelo Congresso

A resolução aprovada pelo Congresso nesta sexta-feira determina que a indicação da verba será dividida desta maneira:

80% serão destinados a indicações dos partidos políticos, de acordo com o tamanho das bancadas ( 23,33% para senadores; e 56,66% para deputados);

15% serão destinados para a cúpula do Congresso (presidência do Senado: 7,5%; presidência da Câmara: 7,5%);

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5% serão divididos entre o presidente da Comissão Mista de Orçamento e o relator da CMO.

Com a decisão, o valor de R$ 19,4 bilhões para as emendas de relator previsto para2023, será divido pela metade. Ao menos 50% dos recursos deverão ser destinados às áreas de saúde, educação e assistência social. Os demais 50% poderão ir para qualquer área.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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