Brasil e Mundo
Senadores vão trabalhar 3 dias e ter uma semana de ‘home office’


O Senado decidiu nesta semana mudar o esquema de trabalho dos parlamentares e ‘liberar’ os senadores para trabalhar de casa uma semana por mês. A decisão saiu após uma reunião entre o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), com lideranças da Casa.
A proposta prevê que as sessões não deliberativas, aquelas que não obrigam e não contam falta aos senadores, devem acontecer às segundas e sextas-feiras. Já as sessões de votações de projetos no Plenário vão acontecer entre terça e quinta-feira.
Às terças e quartas-feiras, as sessões serão realizadas a partir das 16h, com debate dos senadores a partir das 14h. Já às quintas, as votações começarão às 10h, após a reunião de líderes. As comissões também dever ser realizadas às terças e quintas.
Os senadores também terão uma semana de “home office”. O período será na última semana de cada mês e as pautas discutidas não terão grande relevância.
Pacheco foi cobrado por senadores após ter prometido a retomada dos trabalhos de forma presencial. O modelo remoto foi adotado durante a pandemia de Covid-19, quando havia a preocupação com aglomeração no plenário.
Nos bastidores, os senadores querem manter o esquema de votação remota ou mais “tranquilidade” nos trabalhos. A justificativa dos parlamentares é a necessidade de aproximação com suas bases eleitorais.
Em conversa com jornalistas, Rodrigo Pacheco negou que os senadores terão as cargas de horária reduzida. Pacheco ressaltou que a agenda combinada já estava em vigor há anos.
Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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