Coluna Minas Gerais
Mineradoras disputam Serra do Pires em JF
Foto: Ian-Irsigler/Reprodução TM
COLUNA MG
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Mineradoras disputam Serra do Pires
Um campo rupestre é definido por sua formação vegetal, que se desenvolve em áreas rochosas. Na Serra do Pires, em Juiz de Fora, é um dos últimos caracterizados por essa vegetação no município. O que poderia ser só mais um dos cenários montanhosos da Zona da Mata virou foco de interesses distintos: de um lado, mineradoras atraídas pela possibilidade de extração do quartzito, como acontece em muitas outras regiões de Minas Gerais; de outro, os ambientalistas que enxergaram no espaço um campo frutífero para pesquisa, com espécies novas e ameaçadas. Tamanha importância mobilizou os pesquisadores a investigarem a concessão de uma mineradora. (Tribuna de Minas – Juiz de Fora)
https://tribunademinas.com.br/especiais/biosfera/28-03-2025/serra-do-pires.html
Minas atinge meta de vacinação
Minas Gerais ultrapassou, em 2024, a meta nacional do Programa de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) para vacinação contra a brucelose ao imunizar 80,3% das bezerras bovinas e bubalinas com idade entre 3 e 8 meses. O resultado coloca o estado em conformidade com a exigência do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que estabelece o mínimo de 80% de cobertura vacinal para garantir o controle da doença. No ano anterior, o índice foi de 77,5% (Diário do Comércio – Belo Horizonte)
https://diariodocomercio.com.br/agronegocio/minas-atinge-meta-nacional-e-vacina-80-das-bezerras-contra-brucelose-em-2024
Uberlândia tem 8 mortes por dengue
Mais uma morte por dengue foi confirmada em Uberlândia nesta quarta-feira (26), de acordo com o painel da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Com isso, a cidade chega a oito óbitos registrados pela enfermidade em 2025. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a vítima era do sexo feminino, possuía 32 anos e um histórico de comorbidade. Além das oito mortes por dengue já confirmadas, as autoridades de saúde também investigam outros 11 óbitos que podem ter relação com a doença. Ainda de acordo com o Painel de Monitoramento, a cidade ultrapassou 6,5 mil casos positivos da doença neste ano. (Diário de Uberlândia)
https://diariodeuberlandia.com.br/noticia/37744/uberlandia-registra-oitava-morte
Unimontes inaugura Centro Sertão
A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), realizou na semana que passou a cerimônia de lançamento do Centro de Excelência do Semiárido – Sertão, no Espaço OAB Eventos, em Montes Claros. Com um investimento de R$ 20 milhões da Fapemig ao longo de cinco anos, o centro tem como objetivo desenvolver soluções científicas e tecnológicas para mitigar os impactos das mudanças climáticas, combater a desertificação e promover o desenvolvimento sustentável no Norte de Minas. (Gazeta Norte Mineira)
https://gazetanm.com.br/unimontes-inaugura-centro-sertao-com-meta-de-se-tornar-referencia-internacional-em-pesquisas-sobre-o-semiarido/
Viçosa tem projeto ambiental
A Prefeitura de Viçosa lançou, na última sexta-feira (21), os programas “Fossa Zero” e “Lençóis Viçosenses”, que pretendem aplicar medidas de manutenção em áreas de conservação dos recursos naturais e da biodiversidade do ribeirão São Bartolomeu, que abastece a ETA I (Estação de Tratamento de Água) do Alto Bela Vista (Pintinho). De acordo com a prefeitura, “Fossa Zero” consistirá na instalação de miniETES (Estação de Tratamento de Esgoto) em residências próximas às nascentes. A intenção da ação é contribuir significativamente para a melhoria da qualidade das águas e a preservação dos mananciais locais. (Folha da Mata – Viçosa)
https://www.folhadamata.com.br/vicosa-lanca-programas-para-conservacao-ambiental
Rota do Muriqui tem estratégias
Foi realizada no último final de semana a Assembleia Anual da Associação do Circuito Turístico Rota do Muriqui, em Caratinga. O evento, que reuniu representantes de diversos municípios, teve como objetivo discutir estratégias para o fortalecimento do turismo na região e promover o desenvolvimento local. O Circuito Turístico Rota do Muriqui é uma importante iniciativa que envolve oito municípios da região: Caratinga, Ipanema, Santa Rita de Minas, Córrego Novo, Piedade de Caratinga, Ubaporanga, Vargem Alegre e Pingo D’Água. O projeto visa consolidar e promover a diversidade cultural, histórica e natural dessas cidades, criando um fluxo turístico sustentável. (Diário de Caratinga)
https://diariodecaratinga.com.br/circuito-turistico-rota-do-muriqui-foco-no-desenvolvimento-regional/
Patos recebe projeto do MPMG
Dezenas de representantes de entidades e instituições do terceiro setor, conselhos ambientais e organizações não governamentais de municípios da região participaram do curso de capacitação ministrado por equipe técnica do Projeto Plataforma Semente do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O evento aconteceu de forma presencial na tarde de 11 de março no Salão do Júri do Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam), sob a coordenação da promotora de Justiça Carolina Frare Lameirinha e apoio da equipe técnica e jurídica da Plataforma Semente. (Folha Patense)
https://www.folhapatense.com.br/oficina-de-capacitacao-da-plataforma-semente-e-realizada-em-patos-de-minas
Coluna Minas Gerais
Como Lucas Kallas integrou sustentabilidade e impacto social ao setor de mineração
CEDRO | Divulgação
O pensamento do mineiro Lucas Kallas, que quer deixar seu legado por meio da mineração sustentável e de outros negócios estratégicos para o país, se traduz hoje na Cedro Participações, com faturamento anual da ordem de R$ 2,5 bilhões.
- Agência Minera Brasil
“Consegui unir paixão e convicção ao longo da minha trajetória”. É com brilho nos olhos que Lucas Kallas relembra o início da sua caminhada profissional, ainda no setor imobiliário — trajetória que o levou a atuar como chairman e presidente do Conselho de Administração da Cedro Participações, uma holding com presença em setores estratégicos da economia. Desde a fundação, os negócios sob o guarda-chuva da holding avançam em frentes como agronegócio, saúde, logística e real estate, sempre sob a lógica de atuação integrada e geração de valor, com foco em sustentabilidade, inovação e impacto social.
Com investimentos acima de R$ 2 bilhões, a holding faturou cerca de R$ 2,5 bilhões (referência pública de 2024), com a maior parte do montante oriunda da Cedro Mineração, carro-chefe do grupo para o qual Lucas tem um plano de expansão bem definido: posicioná-la entre as maiores produtoras privadas de minério de ferro do país até 2030, quando estima alcançar uma produção de aproximadamente 20 milhões de toneladas/ano, a partir de suas minas em Mariana e Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Para chegar à marca de 20 milhões de toneladas, a companhia prevê investimentos da ordem de R$ 6 bilhões (estimativa divulgada). “Entendemos que temos um papel importante e estratégico a cumprir para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Fazemos isso reinvestindo parte substancial dos nossos lucros em setores estratégicos para o crescimento do país e das comunidades onde atuamos”, afirma.
Com perfil inovador, arrojado e carismático, disciplina de execução e faro apurado para oportunidades, Lucas ressalta que a holding é uma expressão do seu DNA empreendedor — algo que ele define como Jeito Cedro. “Nossos negócios combinam esforços em diversas frentes para chegar à equação ideal que orienta todas as ações do grupo: Sociedade + Sustentabilidade + Resultados”, explica.
Ele conta que esse olhar o levou a implementar, em todos os negócios da holding, a ideia de que as pessoas devem estar no centro de tudo. Com essa mentalidade, reitera que tanto as decisões do dia a dia quanto as mais estratégicas são tomadas, acima de tudo, pela análise do impacto positivo que possam gerar aos diferentes stakeholders direta ou indiretamente envolvidos — sejam acionistas, colaboradores, clientes, municípios ou comunidades do entorno.
“Começar os negócios do zero dá à Cedro a oportunidade — e também o desafio — de fazer tudo da forma como gostaríamos. Para quem está realmente preocupado com as pessoas que estão dentro da cadeia de relacionamentos da empresa, essa é sempre a melhor maneira de dar o pontapé inicial. Assim conseguimos adotar o jeito Cedro de fazer negócios, com sustentabilidade e excelência, em todos os nossos projetos”, explica.

Divulgação/Cedro
- DNA sustentável
Comprometido com a Agenda 2030, Lucas reforça que investir priorizando a sustentabilidade é a melhor forma de a holding não apenas inovar e ser mais competitiva, mas também garantir um futuro mais próspero e seguro para as pessoas e o planeta.
“Desde que iniciamos as operações da Cedro, ainda no setor de mineração, sempre atuamos focados na sustentabilidade, tendo como primeiro projeto o beneficiamento de rejeitos de minério estocados, com o uso de tecnologia de processamento apta a eliminar o uso de barragens”, pontua.
As plantas em Nova Lima e Mariana são exemplos do compromisso com inovação e segurança ambiental do grupo. Em Nova Lima, foram adotados processos de empilhamento a seco (com alto reaproveitamento de água), eliminando o uso de barragens de rejeitos.
Em Nova Lima, também foi desenvolvido um projeto de aproveitamento de materiais com baixo teor de ferro, antes descartados. Essas iniciativas foram reconhecidas por premiações setoriais associadas a inovação e eficiência operacional.
Lucas destaca ainda investimentos em tecnologia para que a Cedro se torne referência na produção de pellet feed para redução direta — o chamado “minério verde” — uma matéria-prima mais fina, rica e com baixos níveis de impurezas, destinada à produção de pelotas de minério de ferro que, nos fornos das siderúrgicas, podem reduzir em até 50% as emissões de carbono.
No agronegócio, para sustentar as fazendas em que investe, a Cedro Agro adota tecnologias modernas de captação de água e irrigação, além de infraestrutura de apoio adequada.
“Gosto de falar de como estruturamos os projetos, do planejamento ao controle de rejeitos. Em todas as ações, buscamos tanto a preservação do patrimônio histórico, ambiental e cultural quanto investimos na preservação de áreas de reserva e sítios arqueológicos das fazendas”, relata.
- Negócios diversos e estratégicos
A Cedro vem ampliando sua presença no setor de logística, com a concessão de um terminal portuário em Itaguaí (RJ), com investimentos previstos de R$ 3,6 bilhões. O empreendimento é peça-chave para verticalizar a logística da Cedro e abrir alternativa operacional para pequenas e médias mineradoras. O projeto deve ter capacidade para movimentar até 24 milhões de toneladas por ano, reduzindo gargalos e ampliando a competitividade do setor.
Da mesma forma, a visão de oportunidade resultou na autorização concedida pela ANTT para implantação de um ramal ferroviário de cerca de 26 quilômetros, na região de Serra Azul, como opção de escoamento para mineradoras e indústrias do entorno. “Enxergamos a holding como uma promotora de negócios que geram retornos muito além do quadrante econômico-financeiro. Estamos investindo, por exemplo, R$ 1,5 bilhão nesta shortline que, ao iniciar sua operação nos próximos anos (estimativa), promete retirar cerca de 5 mil carretas por dia das rodovias e reduzir de forma relevante o risco de acidentes na BR-381. Entregamos uma solução logística eficiente, mas também mais segura e limpa”, explica Kallas.

Cedro é mantenedora da Creche São Judas Tadeu em Nova Lima – MG. Mais de 800 crianças atendidas. Divulgação/Cedro
- Integração com as comunidades
Lucas afirma que a integração com as comunidades próximas aos negócios do grupo é uma forma genuína de aproximação e entrega de valor.
“A Cedro se preocupa com as pessoas e sabe da importância do impacto que seus projetos têm para as comunidades nas quais está inserida. Por isso, priorizamos a contratação e a formação de mão de obra local para que a riqueza gerada por nossos empreendimentos tenha o maior impacto positivo possível em âmbito local”, acredita.
Com atividades em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo e Goiás, a Cedro Participações conta com 3.200 colaboradores diretos e indiretos, sob regras rigorosas de governança e compliance.
Além disso, a holding lidera mais de 60 projetos sociais, com ações voltadas para educação, cultura, esporte e saúde. O grupo é mantenedor da Creche São Judas Tadeu, em Nova Lima, que atende 800 crianças em período integral e fornece cerca de 4 mil refeições diárias. Desde 2020, os investimentos sociais e urbanos já ultrapassaram R$ 80 milhões, beneficiando diretamente as comunidades de Nova Lima, Mariana e Ouro Preto.
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