Coluna Minas Gerais
Morre o ex&presidente da Alago prof. Djalma Francisco Carvalho
Faleceu na manhã desta sexta-feira (10), aos 81 anos, em Belo Horizonte, o ex-prefeito de Cristais e ex-presidente da Alago (Associação dos Municípios do Lago de Furnas), professor Djalma Francisco Carvalho.
O professor Djalma era natural de Cristais e foi prefeito de sua cidade natal por dois mandatos.
Antes de atuar no executivo, foi professor na Escola de Engenharia da UFMG, trabalhou também no CEFET/MG e na PUC Minas. Aposentado do magistério, dedicou-se à vida pública.
Em nota de pesar, a Alago lamenta profundamente o falecimento do ex-presidente, expressando sua eterna gratidão por seu legado à frente da entidade, sempre comprometido com o desenvolvimento e o fortalecimento da área de atuação da Alago.
Djalma Carvalho será sepultado em Cristais. Os detalhes sobre o início do velório e sepultamento ainda não foram informados.
Nota de Pesar da Alago:
“A Alago, por sua diretoria e municípios associados, lamenta profundamente o falecimento do ex-presidente professor Djalma Francisco Carvalho, ex-prefeito de Cristais, cuja trajetória profissional marcou a UFMG, Cefet-MG e PUC Minas.
Expressamos nossa eterna gratidão por seu legado enquanto dirigente da Alago, sempre comprometido com o desenvolvimento e fortalecimento de nossa região.
Transmitimos nossos mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos neste momento de dor. Que seu exemplo continue a inspirar a todos nós“.
Coluna Minas Gerais
Produtor: não há lei que obrigue o uso de capacete no lugar do chapéu
NR-31 não proíbe o uso do chapéu tradicional no campo
FAEMG SENAR | Divulgação
Nos últimos dias, publicações em redes sociais e portais do agronegócio disseminaram a falsa informação de que seria obrigatória a substituição do chapéu pelo capacete no trabalho rural, sob pena de multa. O boato gerou apreensão entre os produtores, especialmente por afetar um elemento tradicionalmente ligado à identidade e ao modo de vida no campo.
É importante esclarecer que não houve qualquer alteração normativa recente sobre o tema. Não existe nova lei que proíba o uso do chapéu ou determine a utilização generalizada de capacetes. O regramento vigente permanece inalterado: o capacete é exigido apenas em situações específicas, conforme os riscos de cada atividade previamente identificados no Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural (PGRTR) e não de forma automática ou sem análise técnica.
A NR-31 estabelece que os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) devem ser definidos a partir dos riscos reais da função. Cabe ao empregador fornecer a proteção adequada, inclusive para a cabeça, apenas quando tecnicamente justificada nos termos da NR-06.
O PGRTR é o instrumento responsável por consolidar essa avaliação. Na prática, é necessário analisar cada atividade para identificar perigos específicos como impactos de objetos, choques elétricos ou exposição a agentes térmicos e adotar as proteções compatíveis. Portanto, a norma não proíbe o chapéu tradicional, nem impõe o capacete para toda atividade rural; a exigência é técnica e baseada no risco, caso a caso.
O Sistema Faemg Senar segue acompanhando o tema e reafirma seu compromisso de orientar os produtores de forma segura e juridicamente responsável, atuando no esclarecimento de informações distorcidas ou sensacionalistas que geram insegurança no setor.
Confira a Nota Técnica elaborada pela CNA.
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