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Presidente da AMM, Dr. Marcos Vinicius, oficializa candidatura à reeleição

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Foto: Associação Mineira de Municípios | Divulgação

O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Dr. Marcos Vinicius, oficializou candidatura à reeleição da entidade nesta quinta-feira (16), em São Lourenço, no Sul de Minas.

Como presidente da AMM, Dr. Marcos Vinicius destaca-se por diversas realizações em prol dos municípios mineiros. Sob sua liderança, a AMM criou aplicativos para controle das contas das prefeituras, implementou programas de capacitação para gestores municipais, promoveu a modernização administrativa e fortaleceu a representatividade dos municípios junto aos governos Estadual e Federal.

Além disso, foram firmadas parcerias estratégicas que resultaram em melhorias significativas nas áreas de educação, saúde e infraestrutura das cidades.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Dr. Marcos Vinicius enfatiza o compromisso contínuo com o desenvolvimento dos municípios mineiros, a luta pelo municipalismo e por uma entidade cada vez mais independente, tanto do ponto de vista partidário quanto do financeiro.

“Estou saindo muito feliz desse encontro, renovando ainda mais as minhas energias. O espírito municipalista está cada vez mais intenso em mim. Já avançamos muito, os números estão aí para quem quiser ver. Então, quero agradecer aos prefeitos que externaram aqui o desejo da continuidade, para que a gente traga essas inovações para dentro da associação. E, principalmente, a nossa independência político, partidária e financeira têm que prevalecer. Não podemos deixar que aqueles velhos grupos que administraram por quase 70 anos a nossa instituição retornem. Então, por isso, eu aceito e vou ser candidato, exercendo o meu direito de reeleição. E, lembrando a todos, a AMM não é uma associação de prefeitos. A AMM é uma associação de municípios, é para os municípios que a gente trabalha”.

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Vender a Copasa pode até ser opção, mas retirar direitos dos mineiros, não

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AMM | Divulgação

A Associação Mineira de Municípios (AMM) está preparada para ocupar, a partir de fevereiro, seu assento na mesa de conciliação do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) para debater o futuro da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa).

A privatização da empresa pode ser uma opção para o Governo de Minas Gerais, que obteve autorização da Assembleia Legislativa em dezembro do ano passado com a aprovação do Projeto de Lei nº 4.380/2025. No entanto, esse processo não pode implicar a retirada de direitos da população mineira.

A discussão sobre o modelo de desestatização exige seriedade, transparência e foco nas pessoas que dependem, diariamente, do abastecimento de água e do saneamento — serviços essenciais à saúde, à dignidade e ao desenvolvimento econômico e social.

Prioridades da AMM na mesa de negociação

A atuação da AMM terá como eixo central a proteção dos interesses dos municípios e da população. Entre os pontos prioritários estão:

  • manutenção e aprimoramento da qualidade dos serviços, com metas claras e fiscalização efetiva;
  • garantia de continuidade do fornecimento, sem interrupções ou descontinuidade por decisão unilateral, sem negociação prévia e sem salvaguardas;
  • tarifas justas e previsíveis, compatíveis com a realidade de cada localidade, evitando que o custo recaia sobre quem já vive em maior vulnerabilidade.
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Realidades distintas exigem soluções responsáveis

Atualmente, a Copasa atende 585 municípios mineiros, total ou parcialmente, com serviços de abastecimento de água e/ou saneamento. São centenas de realidades distintas — grandes centros urbanos, cidades médias e pequenas comunidades do interior — que não podem ser tratadas de forma uniforme em um processo de mudança estrutural dessa magnitude.

Por isso, a participação ativa dos municípios é essencial na definição de qualquer modelo de privatização. Prefeitos e prefeitas são os responsáveis legais pela assinatura dos contratos de prestação de serviços e, portanto, devem ter voz nas decisões que impactarão esses contratos, a continuidade do atendimento e o bolso do consumidor.

Proteção aos municípios mais vulneráveis

É fundamental esclarecer quais serão os impactos da mudança, especialmente para os pequenos municípios, historicamente mais vulneráveis em negociações com grandes empresas. Esses municípios não estarão sozinhos.

A AMM existe para dar escala, coordenação e respaldo institucional ao que é legítimo: defender a população, proteger os contratos públicos e assegurar que qualquer decisão preserve direitos, serviços essenciais e a autonomia municipal.

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