Coluna Minas Gerais
Presidente da AMM, Dr. Marcos Vinicius, oficializa candidatura à reeleição
Foto: Associação Mineira de Municípios | Divulgação
O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Dr. Marcos Vinicius, oficializou candidatura à reeleição da entidade nesta quinta-feira (16), em São Lourenço, no Sul de Minas.
Como presidente da AMM, Dr. Marcos Vinicius destaca-se por diversas realizações em prol dos municípios mineiros. Sob sua liderança, a AMM criou aplicativos para controle das contas das prefeituras, implementou programas de capacitação para gestores municipais, promoveu a modernização administrativa e fortaleceu a representatividade dos municípios junto aos governos Estadual e Federal.
Além disso, foram firmadas parcerias estratégicas que resultaram em melhorias significativas nas áreas de educação, saúde e infraestrutura das cidades.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Dr. Marcos Vinicius enfatiza o compromisso contínuo com o desenvolvimento dos municípios mineiros, a luta pelo municipalismo e por uma entidade cada vez mais independente, tanto do ponto de vista partidário quanto do financeiro.
“Estou saindo muito feliz desse encontro, renovando ainda mais as minhas energias. O espírito municipalista está cada vez mais intenso em mim. Já avançamos muito, os números estão aí para quem quiser ver. Então, quero agradecer aos prefeitos que externaram aqui o desejo da continuidade, para que a gente traga essas inovações para dentro da associação. E, principalmente, a nossa independência político, partidária e financeira têm que prevalecer. Não podemos deixar que aqueles velhos grupos que administraram por quase 70 anos a nossa instituição retornem. Então, por isso, eu aceito e vou ser candidato, exercendo o meu direito de reeleição. E, lembrando a todos, a AMM não é uma associação de prefeitos. A AMM é uma associação de municípios, é para os municípios que a gente trabalha”.
Coluna Minas Gerais
Produção de feijão cresce em Minas e sustenta liderança no Sudeste
FAEMG SENAR | Divulgação
Celebrado nesta data (10 de fevereiro), o Dia Mundial do Feijão destaca a relevância de uma das bases da alimentação nacional. Além do valor nutricional como fonte de proteínas, fibras e ferro, a cultura possui forte peso econômico e social, especialmente para a agricultura familiar. No cenário atual, Minas Gerais confirma seu protagonismo ao projetar um crescimento de 8,6% na produção estadual, alcançando um volume estimado de 502,8 mil toneladas.
Segundo Mariana Marotta, analista de agronegócios do Sistema Faemg Senar, as projeções para a safra 2025/26 indicam um aumento de 1,5% na produtividade nacional. No entanto, o volume total do país deve apresentar leve queda.
│ Apesar desse avanço, a produção total deve registrar leve retração de 0,5%, reflexo da redução estimada de 1,9% na área cultivada — explica a analista, apontando que o cenário reflete ganhos de eficiência mesmo com ajustes na ocupação das lavouras.
Em contrapartida, os números mineiros são mais robustos. O estado mantém a liderança na Região Sudeste e a segunda colocação no ranking nacional, respondendo por cerca de 16,9% da produção brasileira.
│ O estado mantém uma trajetória de relativa estabilidade produtiva ao longo da última década — destaca Marotta.
- Ciclos produtivos e destaques regionais
A produção mineira divide-se em três etapas. A primeira, conhecida como safra das águas (ou de verão), ocorre entre novembro e fevereiro e é a mais representativa, concentrando 45,3% do total do estado. A segunda safra estende-se de dezembro a março, enquanto a terceira (safra de inverno ou irrigada) abrange o período seco, de abril a outubro. O município de Unaí desponta como o maior produtor estadual, com destaque para a safra irrigada, fundamental para a regularidade da oferta.
- Desafios sanitários e articulação institucional
A cadeia produtiva enfrenta obstáculos significativos, como a incidência da mosca-branca, vetor do Mosaico Dourado do Feijoeiro, doença que impacta a produtividade. Diante disso, produtores solicitaram apoio para a criação de um novo vazio sanitário. A demanda mobilizou a Comissão Técnica de Grãos do Sistema Faemg Senar, que articula esforços com a Embrapa Arroz e Feijão, sindicatos rurais e a CNA.
Além da questão sanitária, o setor lida com custos elevados, redução de área plantada e a necessidade de investimentos em tecnologia e gestão de riscos.
- Preços em alta
O mercado reflete a restrição de oferta. Em 2025, a saca do feijão carioca (peneira 8,0 a 8,5) na região do Triângulo Mineiro teve média de R$ 179,00. Já no início de 2026, o valor médio saltou para R$ 225,45, com mínima registrada de R$ 210,00. A valorização é atribuída à redução dos estoques e à menor disponibilidade do grão, sustentando preços firmes mesmo durante a colheita da primeira safra.
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