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América-MG e Athletico-PR ficam no empate pela 10ª rodada do Brasileirão

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O Athletico saiu na frente no Mineirão, abriu vantagem sobre o América Mineiro, mas sofreu o empate nos minutos finais. Placar final de 2 a 2 na manhã deste domingo (11), que deixa o Furacão com 16 pontos conquistados no Brasileirão.O Rubro-Negro marcou um gol no início de cada tempo: Vitor Roque no primeiro e Christian no segundo. Mas o time da casa descontou em cobrança de pênalti e conseguiu igualar o marcador quando o cronômetro já apontava 50′ da etapa final.

Agora, o calendário do futebol nacional terá uma pausa de dez dias, durante o período da data FIFA. O time rubro-negro volta a jogar apenas na quarta-feira da semana que vem (21/6), novamente pelo Brasileirão, contra o São Paulo, no Morumbi.

O Jogo

O primeiro gol rubro-negro saiu aos 8′. Logo após o América acertar uma bola na trave e Zé Ivaldo afastar pela linha de fundo.

Na cobrança do escanteio, Hugo Moura cortou e Vitor Roque tocou para Fernando. O lateral-esquerdo avançou por quase todo o campo, deixou para trás os buracos do gramado e viu Vitor Roque pedindo no meio da área. Cruzamento perfeito e cabeçada certeira!

Com a vantagem no placar, o Athletico administrou o jogo na primeira etapa. E quando o América chegou com perigo, Bento apareceu sempre com segurança.

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E depois do intervalo, dois minutos bastaram para o Furacão ampliar. Thiago Heleno tocou para Hugo Moura, que levantou na área. Pelo lado esquerdo, Christian apareceu livre no segundo pau e estufou a rede.

O Athletico teve oportunidades de ampliar. Aproveitando a sobra após um escanteio, Fernando chutou com muito perigo de fora da área. E Vitor Roque quase marcou de bicicleta, aproveitando um cruzamento de Madson.

Aos 27′, em um chute de Juninho de fora da área, a bola bateu na mão de Canobbio. Após checar o lance no VAR, o árbitro marcou pênalti. Wellington Paulista bateu com uma imensa paradinha e Bento defendeu, mas no rebote o próprio Wellington marcou.

O jogo seguiu com o América tentando o empate, sem conseguir criar jogadas de perigo. Mas já nos acréscimos, aos 50′, um cruzamento encontrou Danilo Avelar, que disputou com Madson e conseguiu tocar de cabeça para empatar.

Ficha técnica

América Mineiro 2×2 Athletico Paranaense

Campeonato Brasileiro 2023: 10ª rodada
Data: 11/06/2023 (domingo)
Horário: 11h
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)

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Árbitro: João Vitor Gobi (SP)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Evandro de Melo Lima (SP)
Quarto árbitro: Michel Patrick Costa Guimarães (MG)
Árbitro de vídeo: Daiane Muniz (SP)

América Mineiro: Mateus Pasinato; Marcinho, Iago Maidana, Wanderson e Danilo Avelar; Lucas Kal (Rodriguinho, aos 37′ do 2º tempo), Juninho e Breno (Emmanuel Martínez, aos 12′ do 2º tempo); Everaldo (Renato Marques, no intervalo), Aloísio (Wellington Paulista, aos 12′ do 2º tempo) e Felipe Azevedo (Rodrigo Varanda, no intervalo). Técnico: Vagner Mancini

Gols: Wellington Paulista, aos 30′, e Danilo Avelar, aos 50′ do segundo tempo
Cartões amarelos: Marcinho e Aloísio

Athletico Paranaense: Bento; Madson, Zé Ivaldo, Thiago Heleno e Fernando; Erick, Hugo Moura (Matheus Felipe, aos 42′ do 2º tempo) e Alex Santana (Léo Cittadini, aos 32′ do 2º tempo); Canobbio (Tomás Cuello, aos 37′ do 2º tempo), Vitor Roque (Thiago Andrade, aos 37′ do 2º tempo) e Christian (Willian, aos 42′ do 2º tempo). Técnico: Paulo Turra

Gols: Vitor Roque, aos 8′ do primeiro tempo; Christian, aos 2′ do segundo tempo
Cartões amarelos: Vitor Roque, Canobbio, Erick e Bento

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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