ESPORTES
Corinthians perde para o Remo por 2 a 0 pela Copa do Brasil
O Corinthians voltou a campo nesta quarta-feira (12.04) para enfrentar o Remo, em Belém-PA, pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil. Em uma partida difícil, o Timão foi superado pela equipe paraense por 2 a 0.
O jogo de volta será no dia 26 de abril, na Neo Química Arena, e para se classificar à próxima fase, o Timão precisará vencer por três gols de diferença. Caso o Alvinegro vença por dois gols de diferença, a decisão será em disputa de pênaltis.
Escalação
O técnico Fernando Lázaro escalou o Corinthians com a seguinte formação: Cássio; Du Queiroz, Bruno Méndez, Gil e Fábio Santos; Maycon, Paulinho, Giuliano e Adson; Pedro e Yuri Alberto. Entraram no decorrer do jogo: Fausto Vera, Róger Guedes, Fagner, Chrystian Barletta e Matheus Araújo. Ainda ficaram à disposição no banco de reservas: Carlos Miguel, Matheus Donelli, Romero, Matheus Bidu, Cantillo, Roni e Murillo.
Primeiro tempo
O primeiro lance de perigo do jogo foi aos três minutos: Richard Franco cabeceou dentro da pequena área do Timão e a bola foi para fora. Chegada de perigo do adversário.
O Corinthians chegou aos 10 minutos, com Giuliano. O camisa 20 chutou de fora da área e a bola foi para fora
Aos 12 minutos, o Remo abriu o placar: Em um contra-ataque, com velocidade, Muriqui tocou a bola para Pablo Roberto. O atacante chutou e Cássio fez a defesa, no rebote, a bola sobrou para Richard Franco, que empurrou para o gol, 1 a 0.
Após o gol, o Coringão começou a ter mais posse de bola e volume de jogo para tentar chegar ao empate. Mas a equipe paraense também partia ao ataque, ganhando alguns escanteios.
Aos 29 minutos, em jogada individual, Pedro chutou para o gol, mas a bola saiu sem força e o goleiro da equipe paraense fez a defesa.
O Remo respondeu no minuto seguinte: Pablo Roberto chutou de longe, a bola desviou em Cássio e bateu no travessão. Mais uma vez o Gigante salvou o Timão.
Aos 43, Yuri Alberto tentou na entrada da área, mas novamente o chute saiu sem força e para fora.
O árbitro deu dois minutos de acréscimo, mas nada ocorreu nestes minutos adicionais e a primeira etapa foi encerrada.
Segundo tempo
Antes do início da segunda etapa, o Corinthians fez três alterações: saíram Maycon, Pedro e Adson e entraram Fausto, Róger Guedes e Fagner.
Aos oito minutos, Du Queiroz arriscou de fora da área, mas a bola foi para fora!
Outra chegada perigosa do Timão ocorreu aos 10 minutos: Róger Guedes recebeu e chutou cruzado, a bola passou na frente de Yuri Alberto e foi para o outro lado da área.
O Remo ampliou o placar aos 15 minutos: Lucas Mendes fez cruzamento dentro da área e Muriqui empurrou para o fundo das redes, 2 a 0.
Aos 27 minutos, outra alteração no Corinthians: saiu Giuliano e entrou Chrystian Barletta, em sua estreia com a camisa alvinegra.
O Timão chegou com perigo aos 28: Barletta fez uma boa jogada e passou a bola para Guedes. O atacante chutou cruzado e o goleiro da equipe do Pará fez a defesa e mandou para escanteio.
A última alteração do Timão aconteceu aos 40 minutos: saiu Paulinho para a entrada de Matheus Araújo.
O Corinthians teve uma falta para cobrar aos 41 minutos: Guedes bateu com perigo, mas a bola pegou do lado de fora da rede.
O árbitro deu seis minutos de acréscimo.
Fim de jogo no Mangueirão. O Corinthians foi superado pelo Remo e terá que reverter o resultado na Neo Química Arena, na partida de volta.
Próximo jogo
O Corinthians voltará a campo às 16h de domingo (16), para encarar o Cruzeiro, na Neo Química Arena, na estreia do Campeonato Brasileiro 2023.
Fonte: Esportes
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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