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Fluminense vence o Paysandu-PA e abre vantagem por vaga na Copa do Brasil

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O Fluminense estreou na Copa do Brasil com vitória sobre o Paysandu-PA no jogo de ida da terceira fase da competição. O placar de 3 a 0 no Maracanã coloca o Tricolor em vantagem no agregado. A partida de volta, em Belém, está marcada para o dia 25 de abril.

Ao longo do jogo, a equipe demonstrou tranquilidade para impor seu estilo de jogo e construir o resultado. Nino, Keno e Felipe Melo foram os responsáveis pelos gols da partida. Arias também se destacou com duas assistências.

Sob comando do técnico Fernando Diniz, a equipe volta a campo no sábado (15/04) para a estreia no Campeonato Brasileiro. O confronto, diante do América-MG, ocorre às 16h, na Arena Independência.

PRIMEIRO TEMPO

Controlando a posse de bola, o Fluminense ocupou o campo de ataque desde o apito inicial. Lima, de cabeça, chegou a abrir o placar aos 10 minutos, mas o impedimento foi marcado. No lance seguinte, Lima foi atropelado dentro da área, o VAR chamou para a revisão, mas o árbitro não assinalou o pênalti. Aos 13, Samuel Xavier mandou uma bomba de fora da área e tirou tinta do travessão.

A equipe seguiu pressionando, e, aos 27, Marcelo inverteu o jogo para Arias, que cruzou na área. Nino cabeceou firme para o fundo da rede, botando o Fluminense à frente do placar. Aos 32, após passe de Keno, Cano bateu para fora. Aos 34, Keno voltou a aparecer e fez o segundo do Tricolor. O atacante aproveitou sobra de bola, ajeitou o corpo e finalizou no cantinho.

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Aos 41 minutos, Felipe Melo marcou seu primeiro gol com a camisa tricolor e foi ovacionado pela torcida. Com mais uma assistência de Arias, o camisa 30 desviou de cabeça para o gol. Já no tempo extra, Arias teve boa chance, mas a defesa conseguiu desviar o chute da entrada da área.

SEGUNDO TEMPO

A primeira chance da segunda etapa veio com Cano. Aos 5 minutos, Samuel Xavier mandou na área e o argentino desviou por cima. Aos 11, André arriscou de muito longe e a bola foi para fora. Aos 17, após bela troca de passes da equipe, Cano bateu e a bola bateu na trave. O artilheiro seguiu buscando o seu gol e, três minutos depois, teve mais uma chance após Arias deixá-lo de cara para o gol, mas o goleiro fez grande defesa.

Aos 32 minutos, após bate rebate, Gabriel Pirani quase fez o quarto gol tricolor, mas a trave o impediu. Aos 36, John Kennedy arriscou chutaço de longe e o goleiro espalmou. Dois minutos depois, Arias cobrou falta direto para o gol e a bola subiu demais. Nos acréscimos, o camisa 9 fez grande jogada individual pelo lado esquerdo e tentou o chute colocado, mas o goleiro fez a defesa.

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FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE 3 X 0 PAYSANDU-PA

Copa do Brasil – Terceira Fase (Ida)

12/04/2023, 19h30 – Maracanã

Fluminense: Fábio; Samuel Xavier (Alexandre Jesus), Nino, Felipe Melo (John Kennedy) e Marcelo (Guga); André, Alexsander e Lima; Jhon Arias, Keno (Gabriel Pirani) e Germán Cano (Giovanni). Técnico: Fernando Diniz

Paysandu-PA: Thiago Coelho; Samuel Santos (Edílson Júnior), Genílson, Henríquez e Eltinho (Fernando Gabriel); João Vieira, Geovane e Ricardinho (Jiménez); Igor Fernandes (Filemon), Bruno Alves (Luis Phelipe) e Mário Sérgio. Técnico: Márcio Fernandes

Gols: Nino (27′ 1T), Keno (34′ 1T), Felipe Melo (41′ 1T) (FLU)

Cartões amarelos: Henríquez e Edílson Júnior (PSC)

Arbitragem: Anderson Daronco, auxiliado por Rafael da Silva Alves e Jorge Eduardo Bernardi

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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