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São Paulo e Palmeiras ficam no empate; vaga para semifinal do Brasileirão Feminino será disputada no Allianz

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Pelo jogo de ida das quartas de final do Campeonato Brasileiro Feminino, o Palmeiras empatou com o São Paulo pelo placar de 1 a 1, na tarde deste domingo (18), no Estádio Bruno José Daniel, em Santo André-SP. A atacante Letícia Ferreira marcou o tento alviverde.

Palestrinas disputam o jogo de volta no Allianz Parque | Foto: Mauro Horita

O duelo de volta está marcado para o próximo domingo (25), às 10h, no Allianz Parque. As informações sobre os ingressos serão divulgadas pelo clube nos próximos dias.

A partida

Os minutos iniciais da partida foram de domínio alviverde e o gol saiu aos 27 minutos: Andressinha cobrou escanteio fechado e Letícia empurrou para o fundo das redes. Mesmo com outras chances, o Alviverde terminou o primeiro tempo com 1 a 0.

No retorno para a etapa final, aos sete minutos, o Verdão aproveitou o contra-ataque e Amanda Gutierres finalizou com perigo. Com 11 minutos, foi a vez de Duda Santos arriscar de longe, mas a bola foi para fora. Dois minutos depois, Amanda chutou e a bola passou perto da trave.

Uma das principais chances do período aconteceu aos 18 minutos, quando Duda fez uma belíssima jogada pela direita, cruzou para Camilinha e a goleira adversária interceptou a jogada. Aos 44, o time adversário marcou um gol.

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Palmeiras Feminino: Amanda; Bruna Calderan, Lorena Benítez (Sorriso), Katrine, Duda Santos, Amanda Gutierres (Yamila Rodríguez), Camilinha, Juliete (Laís Estevam), Letícia Ferreira, Andressinha e Flávia Mota. Técnico: Ricardo Belli.

Confira as datas, horários e locais das quartas de final do Brasileiro Feminino:

18/06 – São Paulo 1 x 1 Palmeiras – Bruno José Daniel
Gol: Letícia Ferreira

25/06 – 10h – Palmeiras x São Paulo – Allianz Parque
Transmissão: TV Globo

Veja o desempenho das Palestrinas na primeira fase do torneio nacional:

26/02 – Palmeiras 9 x 0 Real Ariquemes – Allianz Parque
Gols: Lais Estevam, contra, Duda Santos, Poliana, Bia Zaneratto, Yamila Rodríguez (duas vezes), Andressinha e Leticia Ferreira

05/03 – Real Brasília 0 x 3 Palmeiras – Ciro Machado
Gols: Bia Zaneratto e Leticia Ferreira (duas vezes)

12/03 – Avaí/Kindermann 2 x 2 Palmeiras – Estádio Salézio Kindermann
Gols: Amanda Gutierres e Poliana

17/03 – Palmeiras 3 x 0 Bahia – Allianz Parque
Gols: Amanda Gutierres, Duda Santos e Yamila Rodríguez

27/03 – Santos 1 x 1 Palmeiras – Vila Belmiro
Gol: Bia Zaneratto

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01/04 – Palmeiras 11 x 0 Ceará – Allianz Parque
Gols: Sorriso (duas vezes), Leticia Ferreira (três vezes) e Lais Estevam (duas vezes), Duda Santos, Bia Zaneratto (duas vezes) e Dudinha

17/04 – Corinthians 3 x 2 Palmeiras – Parque São Jorge
Gols: Lorena Benítez e Camilinha

23/04 – Palmeiras 3 x 1 Atlético-MG – Arena Barueri
Gols: Amanda Gutierres (três vezes)

29/04 – Palmeiras 0 x 1 São Paulo – Allianz Parque

06/05 – Internacional 1 x 2 Palmeiras – Morada dos Quero-Queros
Gols: Bia Zaneratto e Amanda Gutierres

14/05 – Palmeiras 3 x 2 Cruzeiro – Arena Barueri
Gols: Amanda Gutierres (duas vezes) e Duda Santos

20/05 – Palmeiras 4 x 1 Ferroviária – Jayme Cintra
Gols: Amanda Gutierres (quatro vezes)

26/05 – Flamengo 0 x 1 Palmeiras – Luso Brasileiro
Gol: Bia Zaneratto

05/06 – Palmeiras 2 x 1 Grêmio – Jayme Cintra
Gols: Lorena Benítez e Leticia Ferreira

12/06 – Athletico-PR 1 x 2 Palmeiras – CT do Caju
Gols: Sorriso e Amanda Gutierres

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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