Vítima do Covid

Morre o deputado Luiz Humberto Carneiro (PSDB)

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Segundo informou o portal ,G1 triângulo, faleceu na manhã deste sábado (17), o deputado estadual Luiz Humberto Carneiro (PSDB). confira a nota:

O deputado estadual Luiz Humberto Carneiro (PSDB) morreu, na manhã deste sábado (17), em decorrência da Covid-19. O parlamentar estava em tratamento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Genoveva há dois meses. Ele deixa esposa e duas filhas.

Luiz Humberto Carneiro tinha 68 anos, estava no sexto mandato de deputado estadual e era produtor rural. Filiado ao PSDB, as principais regiões de atuação política dele eram Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas.

Ele deixa a esposa Sara Teodoro Miranda e as duas filhas, Lavínia e Bárbara Carneiro.

Natural de Uberlândia, Luiz Humberto foi presidente do Sindicato Rural do município (1990-1998) e coordenou, em nível nacional, o movimento “Não Posso Plantar”. Foi secretário municipal de Agropecuária e Abastecimento (1991-1995) e de Habitação (1996-1999) em Uberlândia, nos mandatos de Virgílio Galassi e Paulo Ferolla.

Ingressou no Parlamento estadual como suplente em janeiro de 2003, já no último mês daquela legislatura. Em fevereiro do mesmo ano, na nova composição da Casa, tomou posse como deputado estadual efetivo. Depois, foi reeleito ao cargo de deputado estadual em 2006, 2010, 2014 e 2018. Reeleito para o sexto mandato em 2018, exerceu a posição de líder do Governo de Romeu Zema (Novo) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) de janeiro de 2019 até março de 2020.

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Além disso, em 2005 foi o líder do PSDB no Legislativo mineiro, cargo que ocupou por cinco anos consecutivos. Também foi líder do bloco Social-Democrata (PSDB, PTB, PMN e PR) por quatro anos (2007-2010). Ainda foi líder do Governo de Minas na Assembleia nas gestões de Antônio Anastasia (PSD).

 

 

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Nikolas é favorito em Minas

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Nikolas Ferreira (PL/Mg)  desponta como o favorito na disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026, consolidando-se como a principal aposta da direita no estado. Jovem, articulado e com forte apelo entre os conservadores, ele representa um presente para o movimento bolsonarista e pode ser a ponte para uma futura candidatura presidencial. Uma pesquisa recente confirma essa força, colocando Nikolas com 31% das intenções de voto, seguido pelo senador Cleitinho, com 22%, e pelo ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, com 18%. O ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, soma 10%, enquanto o atual vice-governador Mateus Simões tem apenas 4%, evidenciando a ampla vantagem do bolsonarista na corrida eleitoral.

Com uma trajetória meteórica – em 2022, Nikolas Ferreira foi o deputado federal mais votado do Brasil – sua candidatura ao governo de Minas fortaleceria a direita no estado e garantiria um palanque sólido para o bolsonarismo. Se Nikolas assumir o governo, isso representaria um ganho gigantesco para o palanque nacional, sobretudo considerando que Lula sempre vence na terra do queijo. Além disso, ao deixar a chapa de deputados, Nikolas que sobra nas urnas, daria oportunidade de colocar outros parlamentares mineiros em evidência, contribuindo para uma nova dinâmica no Congresso e construindo novos atores para política nacional.

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Além disso, embora o PL defenda que precisa de maioria no Congresso, é necessário compreender que a tentativa de articular apoio, com Hugo Mota e outros aliados começa a dar sinais desastrosos, os líderes do Congresso estão, a cada dia, mais próximos de Lula do que interessados em defender as pautas conservadoras, o que pode complicar a viabilização de uma base sólida para as reformas propostas pela ala conservadora.

Caso a candidatura de Nikolas se confirme, a eleição deverá ser polarizada entre ele e os nomes que representam campos distintos. O senador Cleitinho vem ganhando destaque com seu discurso populista e combativo, enquanto Kalil, com sua experiência administrativa em Belo Horizonte, oferece uma alternativa mais técnica e independente. Por sua vez, o vice-governador Matheus Simões ainda busca se firmar, mas precisa urgentemente repensar sua estratégia, afastando-se do foco em prefeitos e deputados que, na realidade, não estarão alinhados com o projeto do Novo em 2026.

Mais do que uma disputa estadual, a candidatura de Nikolas Ferreira simboliza uma estratégia de longo prazo para a direita. Se eleito governador, ele se consolidaria como um dos principais nomes do conservadorismo, abrindo caminho para uma eventual candidatura presidencial em 2030. Com apenas 28 anos, seu potencial para se tornar um sucessor natural de Jair Bolsonaro no cenário nacional é evidente, especialmente devido à sua popularidade entre os jovens e ao seu forte engajamento nas redes sociais.

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Nikolas lidera as intenções de voto e, com ele, a direita mineira pode estar diante de uma eleição histórica. Sua candidatura não apenas fortaleceria o bolsonarismo em Minas Gerais, mas também abriria portas para uma influência ainda maior no cenário nacional. Enquanto a disputa entre Cleitinho e Kalil promete ser acirrada, e o vice-governador Mateus Simões precisa reformular sua abordagem, o tabuleiro político de Minas já se desenha, apontando para Nikolas Ferreira como o grande protagonista dessa corrida eleitoral.

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