Minas Gerais

Benefício do Garantia-Safra será de R$ 1,2 mil na colheita 2022/2023

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O benefício pago pelo programa Garantia-Safra passará de R$ 850 para R$ 1,2 mil a partir da colheita 2022/2023. O valor é pago aos agricultores familiares que vivem na região do semiárido mineiro em caso de perda da safra devido à estiagem ou excesso de chuvas. 

O Garantia-Safra é uma ação do governo federal, que tem a adesão do Governo de Minas para a concessão de benefício financeiro. O reajuste, de 41%, foi decidido pelo Comitê Gestor do Fundo Garantia-Safra, e contou com o voto favorável do governo estadual. Na safra 2020/2021, o Estado fez o aporte de R$ 4,1 milhões, contemplando 88 municípios e 28.137 agricultores familiares que comprovaram perdas nas lavouras. 

Inscrições abertas

Os agricultores familiares do semiárido mineiro interessados em aderir ao programa, e ter direito ao benefício na próxima safra, devem procurar o escritório da Emater-MG de seu município para fazer a inscrição até 31/10.

Em Minas Gerais, o programa é desenvolvido na área de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que abrange 168 municípios do Norte do estado, onde os produtores sofrem perdas sistemáticas em função das dificuldades climáticas.

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Os beneficiários devem ter renda mensal de até um salário mínimo e meio e produzir as culturas de feijão, arroz, mandioca, algodão e milho. É preciso que seja comprovada a perda de produção igual ou superior a 50% na safra da região.

“O programa é fundamental para garantir renda mínima aos agricultores familiares que se encontram em situação de vulnerabilidade nos momentos de perda da safra”, afirma a diretora de Agricultura Familiar da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Fabrícia Mateus Lopes.

A diretora lembra que o benefício é uma forma de amortecer os impactos dos danos, além de garantir às famílias condições mínimas de sobrevivência. “Esse recurso é utilizado, principalmente, para repor os custos com as atividades agrícolas, compra de alimento para a família e para os animais de criação”, afirma.

Valores

Na prática, União, estados e municípios, além do próprio agricultor, pagam uma quota-parte para que, no caso de perda de safra, o produtor seja reembolsado e possa ter o risco social reduzido. Com a aprovação do reajuste, ficam definidos os novos valores a serem aportados para o fundo por todas as partes partícipes do programa. 

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A contribuição do agricultor familiar que aderir ao programa passa a ser de R$ 24. Os municípios passam a pagar R$ 72 por agricultor que aderir em sua jurisdição e os estados farão o aporte de R$ 144 por agricultor que fizer parte do programa. Já o governo federal faz o aporte de, no mínimo, R$ 480 da previsão anual dos benefícios totais. A complementação fica a cargo de recurso disponível no fundo Garantia-Safra. 

Fonte: Agência Minas

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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