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Copasa conclui 2ª fase das obras de esgotamento em Diamantina

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A Copasa concluiu a segunda fase das obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário (SES) da bacia do Rio Grande, em Diamantina. As obras foram avaliadas em R$ 3,8 milhões e beneficiam cerca de 3.500 moradores, ampliando em 10% o percentual da população com acesso ao tratamento de esgoto no município.

Ao todo foram executados mais de 810 metros de interceptores de esgoto (tubulações que serão implantadas ao longo dos córregos para receber os esgotos das redes coletoras), além de 2.164 metros de redes coletoras de esgoto (tubulações que direcionam o esgoto para os interceptores) nos bairros Rio Grande, Pedra Grande, Arraial dos Forros e Presidente, e 245 novas ligações prediais de esgoto (responsáveis pelas ligações da rede de esgotamento domiciliar à rede coletora).

Há ainda a previsão de transformar 1.500 ligações em Esgoto Doméstico com Tratamento (EDT), ou seja, moradores que hoje contam apenas com o serviço de coleta e passarão a contar também com o tratamento do esgoto. Ao longo das obras, que tiveram início em agosto de 2022, foram gerados 25 empregos diretos na cidade.

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Já para o próximo ano está previsto o início da 3ª etapa das obras de ampliação do SES, que vão contemplar a implantação de redes coletoras nos bairros Cazuza e Casaca Parda, além de prever melhorias nos interceptores de esgoto nas bacias hidrográficas dos córregos Quatro Vinténs e Rio Grande. Nessa fase, a Copasa vai investir R$ 11 milhões.

Na 1ª etapa das obras, concluída em setembro de 2021, a Copasa investiu R$ 5,8 milhões na execução de 6.113 metros de redes coletoras de esgoto e 1.382 metros de interceptores e 220 ligações prediais de esgoto.

Segundo o gerente Regional da Copasa em Diamantina, Vilsom José de Amorim, “as obras visam ampliar a cobertura do serviço de tratamento de esgoto em Diamantina, em atendimento às metas de universalização previstas pelo Marco Regulatório do Saneamento”, disse.

Benefícios do tratamento de esgoto

O tratamento de esgoto proporciona benefícios sociais, econômicos e melhoria das condições de saúde das pessoas. Entre outras vantagens, o sistema de esgotamento sanitário possibilita ao município receber o ICMS Ecológico, como forma de incentivo para a criação de mais áreas de preservação ambiental ou para a melhoria das condições dos atuais espaços existentes, proporcionando melhora na vida da população local.

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Importante destacar que a destinação adequada do esgoto evita a propagação de doenças de veiculação hídrica, melhora o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e traz mudanças positivas nos aspectos urbanísticos, com a consequentemente valorização imobiliária e o crescimento socioeconômico da cidade e da região.

Outro benefício gerado pela obra é o incremento da arrecadação do município, que está recolhendo os Impostos Sobre os Serviços (ISS) prestados pela empresa contratada pela Companhia. Neste cenário, são gerados empregos diretos, além da aquisição de materiais e equipamentos e da contratação de serviços indiretos na cidade, o que gera receita e movimenta o comércio local.

Fonte: Agência Minas

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Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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