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Fapemig lança recurso para receber demandas tecnológicas

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A Vitrine Tecnológica do Estado de Minas Gerais lança mais um recurso para os usuários da plataforma. A nova modalidade implementada, designada Demandas Tecnológicas, vai possibilitar a encomenda, por parte da indústria, de desenvolvimento de soluções a especialistas da comunidade científica do estado. Ou seja, a plataforma passa a oferecer a empresas e a pesquisadores interessados a oportunidade de solicitar aprimoramento de produtos e processos.

As solicitações são feitas por meio de um formulário eletrônico. As informações coletadas serão analisadas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e, então, destinadas às instituições, com a intenção de identificar possíveis colaboradores. A iniciativa, que propõe impulsionar o setor socioeconômico mineiro, é uma parceria entre a Fapemig e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), ligado à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).

O diretor de Ciência Tecnologia e Inovação da Fapemig, Marcelo Speziali, define em linhas gerais a relevância da implementação das Demandas Tecnológicas na Vitrine. Ele explica que a Fapemig trabalha com dois tipos de produção de tecnologia: aquela que é pensada a partir das experiências, com a ideia de alocação para o mercado; e aquela que é demandada pelo próprio mercado. “Damos dois nomes para estas ações. A primeira é a disponibilidade de tecnologias, algo com que a Fapemig já trabalha, em que os pesquisadores fomentados pela Fundação geram conhecimento que fica disponível para acesso público na Vitrine Tecnológica. A segunda são as demandas tecnológicas, que buscam justamente ouvir aqueles que possuem os problemas e as necessidades cujas soluções passam por inovação tecnológica”.

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Ele acrescenta que o papel da fundação é prospectar respostas e fazer a ligação entre quem tem o problema com quem possui a solução.  “Dessa forma, pretendemos obter novos produtos, processos e arranjos tecnológicos, agregando valor e gerando mão de obra aplicada e autossuficiência tecnológica e socioeconômica”. 

Vitrine Tecnológica

A Vitrine Tecnologia foi idealizada pela Fapemig e conta com a parceria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (Sede). A plataforma tem como objetivo apresentar tecnologias desenvolvidas por pesquisadores mineiros que podem ser exploradas comercialmente por empresas. Nesse sentido, divulga soluções tecnológicas e processos inovadores gerados nas universidades e outras instituições de ciência e tecnologia (ICTs) sediadas em Minas Gerais. Além disso, contempla a produção intelectual dos inventores independentes do estado – aqueles inventores que não são ligados a uma instituição de pesquisa.

A vitrine é organizada a partir de cinco categorias distintas da propriedade industrial, de acordo com o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI): Patente, Cultivar, Programa de Computador, Desenho Industrial e Indicação Geográfica. Há também um espaço destinado à divulgação de soluções tecnológicas relacionadas ao coronavírus, tendo em vista a importância do tema após a pandemia de covid-19. As soluções tecnológicas abarcam vários setores econômicos como alimentos, agronegócio, mineração, fármacos, energia, automotivo e autopeças, lácteos e café, software e tecnologia da informação.

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Hoje, a Vitrine Tecnológica possui mais de 500 tecnologias cadastradas. A opção das Demandas Tecnológicas entra no ar cumprindo o papel de fomentar novos desafios, além de estabelecer novas parcerias estratégicas.

É possível acessar o recurso Demandas Tecnológicas, nova seção da Vitrine Tecnológica, clicando aqui.

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Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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