Minas Gerais
Governador acompanha apresentação do 1º ciclo de avaliação de políticas públicas em Minas Gerais
A Fundação João Pinheiro (FJP) e a Controladoria-Geral do Estado (CGE-MG) apresentaram ao governador Romeu Zema e a autoridades estaduais, nesta terça-feira (21/3), os resultados do 1º Ciclo Avaliativo no âmbito do Sistema Estadual de Avaliação de Políticas Públicas de Minas Gerais (Sapp-MG).
Nesse primeiro ano, oito projetos desenvolvidos pelas secretarias de Meio Ambiente (Semad), Planejamento e Gestão (Seplag), Desenvolvimento Econômico (Sede), Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e Educação (SEE) foram analisados, conforme o Plano Anual de Monitoramento e Avaliação de 2022.
A finalização desse ciclo reforça o pioneirismo do Governo de Minas em relação à agenda de avaliação de políticas públicas, além de ser uma conquista para a população mineira, que poderá contar com ações governamentais mais eficientes, eficazes e efetivas.
Também participam da apresentação representantes do Comitê Estadual de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (Cemap) e do Comitê Executivo de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (Comex), além dos próprios responsáveis pelas avaliações dos programas ao longo do último ano.
Compromisso
Satisfeito com a condução dos trabalhos, Zema parabenizou todos os envolvidos e destacou que as políticas públicas são acompanhadas e avaliadas de forma profissional. Ainda de acordo com o governador, a avaliação torna-se ainda mais importante devido à escassez de recursos.
“Os recursos destinados aos projetos do Governo de Minas devem ser aplicados em áreas nas quais darão maior retorno à população. É comum muitas empresas lançarem produtos que a instituição acredita ser o melhor, mas que o consumidor não compra. O mesmo acontece com o setor público. Muitos projetos são lançados, mas ninguém adere”, explicou.
De acordo com o governador, a partir das avaliações os gestores têm condições de fazer correções. “Temos que aprimorar as ferramentas que temos, de forma que cada real investido tenha uma melhor utilização possível”, reafirmou.
Processo avaliativo
A apresentação elenca recomendações sobre os programas Bolsa Reciclagem (Semad), Minas Comunica II (Seplag), Minas Amiga do Investidor (Sede), Fica Vivo! (Sejusp), Somos Todos Água (Semad/Igam), Trilhas de Futuro (SEE), Selo Prevenção (Sejusp) e Assessoramento ao PPAG e agenda 2030 (Seplag).
Neste 1º ciclo, foram considerados diferentes tipos de avaliação, conforme estágio de implementação de cada programa, para análise de resultado, impacto e assessoria em monitoramento e avaliação.
Além da disponibilização de dados e informações, as secretarias que tiveram seus programas avaliados participaram da definição das perguntas avaliativas e da estratégia de avaliativa. As equipes técnicas, inclusive, já receberam os relatórios correspondentes.
Sobre as recomendações, a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Luísa Barreto, afirmou que, além de continuar a monitorar e avaliar, é preciso incorporar o que está sendo recomendado.
“A Seplag, junto aos órgãos, tem o dever de se debruçar sobre isso. E que a gente traga para a realidade dos programas aquilo que foi recomendado a partir de uma avaliação isenta, e que busca nada mais que amplificar resultados para a população”, explicou.
Pioneirismo
Minas Gerais foi um dos primeiros estados brasileiros a institucionalizar um sistema de avaliação de seus programas e ações, o Sapp-MG, por meio do Decreto nº 48.298/21.
Coordenado pela Seplag, FJP, CGE-MG e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), o sistema tem como foco a qualificação dos processos de formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas. O objetivo é trabalhar pela melhoria das ações de governo para a população, baseadas em evidências, além de aprimorar a qualidade do gasto público.
Expertise
A FJP já trabalha há algum tempo na área de Monitoramento e Avaliação. Em 2019, por exemplo, a instituição criou o Núcleo Integrado de Monitoramento e Avaliação (Nima) para esse propósito.
Outro destaque é o desenvolvimento de trabalhos nesse campo, seja ampliando a oferta de formação em M&A, conduzindo estudos avaliativos para programas no estado e para outras instituições públicas, privadas e sociais, ou ainda produzindo materiais informativos.
O presidente da FJP, Helger Marra, explicou que quando o Governo de Minas avalia uma política pública, o Executivo busca alcançar o melhor uso possível do recurso público.
“A Fundação na faz isso sozinha. O trabalho é desenvolvido em parceria com as secretarias, gestoras do programa ou da política. A secretaria conhece bem a sua política, enquanto a FJP conhece o método de avaliação. Quando trabalhamos em conjunto, conseguimos identificar pontos de melhoria”, avaliou.
Fonte: Agência Minas
GERAL
José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”
O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.
“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.
Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.
“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.
Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina
O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.
Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.
Crítica ao governo federal e à inversão de valores
José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.
“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.
Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.
Confiança no PL e esperança de mudança
O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.
“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.
José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.
Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:
“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”
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