Minas Gerais

Governo de Minas participa de Conferência Nacional de Cultura em Brasília

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Com objetivo de participar dos debates sobre políticas públicas culturais, o Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG), enviou 42 delegados à Brasília para a 4ª Conferência Nacional de Cultura, que integra o Sistema Nacional de Cultura e será coordenada pelo Ministério da Cultura (MinC). A delegação mineira se juntará às outras de todo o país para debates até 8/3, tendo como tema central “Democracia e Direito à Cultura”.

A edição contará com cerca 1.500 delegados, reunidos para debater e redefinir as prioridades nas políticas públicas de cultura do país. As deliberações servirão tanto como balanço do Plano Nacional de Cultura (PNC) atual quanto para a construção do novo plano, projetado para os próximos dez anos.

Serão amplamente debatidas, em âmbito nacional, as discussões já consolidadas nos Estados, em seis eixos temáticos:

  1. Institucionalização, Marcos Legais e Sistema Nacional de Cultura;
  2. Democratização do acesso à cultura e Participação Social;
  3. Identidade, Patrimônio e Memória;
  4. Diversidade Cultural e Transversalidades de Gênero, Raça e Acessibilidade na Política Cultural;
  5. Economia Criativa, Trabalho, Renda e Sustentabilidade; e
  6. Direito às Artes e Linguagens Digitais.
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Participantes

A delegação mineira é formada por 40 integrantes das mais diferentes regiões do estado, eleitos durante a 4ª Conferência Estadual de Cultura, que aconteceu em novembro de 2023. Além deles, conforme portaria federal, está presente um representante indicado pelo plenário do Conselho Estadual de Política Cultural de Minas Gerais (Consec-MG) e um representante do poder público, indicado pelo secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira. Quem ocupa esta posição e lidera a delegação é a chefe de gabinete da Secult-MG, Maristela Rangel, que tem décadas de atuação na área cultural.

Além dos delegados enviados pelo Governo de Minas, participarão outros três representantes do estado, delegados natos do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC). Todos esses 45 integrantes têm direito a voz e voto nas plenárias, que acontecerão nos dois últimos dias do evento (7 e 8/3). Na ocasião, serão votadas as propostas surgidas dos eixos temáticos e, eventualmente, de discussões em paralelo dos fóruns de secretários e de conselhos.
Há ainda 300 vagas divididas entre convidados, que têm direito a voz mas não a voto, e os observadores, que podem apenas acompanhar os debates.

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Confira a programação completa aqui.

Edições anteriores

A Conferência Nacional de Cultura surgiu em 2005, tendo como tema “Estado e Sociedade Construindo Políticas Públicas de Cultura”. A segunda conferência, em 2010, abordou “Cultura, Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento”. A terceira e última edição da série de encontros foi realizada em 2013 e teve como tema “Uma Política de Estado para a Cultura: Desafios do Sistema Nacional de Cultura”.

A 4ª CNC é realizada pelo MinC e pelo CNPC, com co-realização da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (OEI) e com apoio da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil).

Fonte: Agência Minas

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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