Minas Gerais
Minas fecha primeiro semestre com alta de 9,9% no volume de empresas abertas

Minas Gerais encerrou o primeiro semestre deste ano com um total de 42.843 empresas abertas no estado, o que representa alta de 9,9% em relação ao volume registrado no mesmo período do ano passado, que foi de 38.988 novos negócios. Os dados constam do balanço semestral divulgado nesta quarta-feira (5/7) pela Junta Comercial de Minas Gerais (Jucemg). Criada em 5 de julho de 1893, a autarquia mineira completa exatos 130 anos nesta data.
Conforme o balanço, todas as regiões de Minas tiveram alta na abertura de empresas este ano, até agora, na comparação com o primeiro semestre de 2022.
Os maiores índices foram verificados na região Jequitinhonha/Mucuri, com elevação de 22,54%, seguida do Norte de Minas (16,17%); Triângulo Mineiro (14,05%); Central (10,51%); Sul de Minas (10,40%); Alto Paranaíba (7,14%); Noroeste (7,04%); Rio Doce (5,56%); Centro-Oeste (4,34%); e Zona da Mata (3,19%).
Analisado isoladamente, o mês de junho de 2023 também teve alta em relação ao mesmo mês no ano passado. Foram 7.290 constituições em junho deste ano, em todo o estado, contra 6.850 em junho de 2022. A alta é de 6,42%.
“Mais uma vez, temos um saldo positivo. Na nossa avaliação, esses dados mostram que Minas Gerais se fortalece como um estado atraente para a instalação de empresas. Em Minas, a palavra de ordem é desburocratizar, facilitar a vida do empreendedor. Criar um ambiente de negócios favorável para os negócios de qualquer porte e, consequentemente, gerar mais emprego e renda para os mineiros”, comenta o presidente da Jucemg, Bruno Falci.
Municípios
O balanço semestral da Jucemg também informa o volume de empresas abertas por município.
Belo Horizonte lidera a listagem, com 10.871 novas empresas constituídas no período. Em seguida, aparecem: Uberlândia (2.502 constituições); Contagem (1.551); Juiz de Fora (1.088); Montes Claros (1.007); Uberaba (857); Betim (706); Governador Valadares (593); Divinópolis (589); e Patos de Minas (537).
O balanço da Jucemg considera empresas de qualquer porte, com exceção dos MEIs (microempreendedores individuais), cujas inscrições são realizadas diretamente no Portal do Empreendedor do governo federal, sem passar pelas juntas comerciais estaduais.
Confira o balanço detalhado em www.jucemg.mg.gov.br.
Aniversário da Jucemg
A divulgação do balanço semestral de registros mercantis coincide com o aniversário exato de 130 anos da Junta Comercial de Minas Gerais. A autarquia é mais antiga que Belo Horizonte – fundada em 12 de dezembro de 1897 – e, por isso, sua primeira sede foi em Ouro Preto, capital do estado à época. Somente em 1901 é que a instituição foi transferida para a nova capital, onde passou por sete endereços diferentes até o funcionamento na sede atual, na Avenida Augusto de Lima, 1.942, no Barro Preto, no Centro da capital.
“Ao longo de seus 130 anos, a Jucemg se firmou como uma referência nacional no registro mercantil no país. A Junta Comercial é, ao mesmo tempo, testemunha e protagonista do desenvolvimento econômico do estado. Em Minas, no que depender da Jucemg, os empreendedores terão o caminho cada vez mais livre e seguro para investir. Ganham os mineiros, ganha Minas Gerais”, ressalta o presidente da Jucemg, Bruno Falci.
Para comemorar a data histórica, a autarquia adotará, durante um ano, logomarca especial. A logo remete à sua história mais que centenária e, ao mesmo tempo, aponta para a visão de futuro que é marca da instituição.
Fonte: Agência Minas


ARTIGOS
Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições
Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.
O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.
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