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Minas não registra gripe aviária, mas alerta população para evitar ocorrência

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Até o momento, Minas Gerais não registrou ocorrência da gripe aviária.

No entanto, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), responsável pela vigilância sanitária em Minas Gerais, tem adotado série de medidas para monitorar a doença.

Além de distribuir cartilhas educativas sobre técnicas de biosseguridade e boas práticas agropecuárias para a população, o IMA tem realizado exames em criatórios situados em municípios indicados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) que fazem parte da rota de aves migratórias, principal forma de transmissão da doença.

A ideia é mobilizar criadores de aves, para fins comerciais ou de subsistência, a colocar em prática medidas sanitárias que impeçam a ocorrência de focos.

Para isso, o IMA reuniu uma força-tarefa composta por Seapa, Emater-MG, UFMG, Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Conselho Regional de Medicina Veterinária e Avimig.

Prevenção

A principal instrução é evitar o contato desprotegido com aves que aparentam estar doentes ou que tenham morrido.

Além disso, produtores de aves devem utilizar roupas de proteção e higienizar frequentemente as mãos, oferecer apenas água tratada para as aves e manter todos os objetos utilizados no manejo das aves limpos e desinfetados – incluindo botas, vestimentas e bandejas alimentadoras.

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Deve ainda utilizar telas com malha não superior a 2,54 cm que impeça a entrada de pássaros, animais domésticos e silvestres no interior do galpão.

De acordo com a responsável pelo Programa Estadual de Sanidade Avícola, fiscal do IMA Izabella Hergot, o objetivo destas medidas é manter a sanidade da criação avícola nacional e mitigar os impactos socioeconômicos de uma eventual ocorrência da doença em aves de produção comercial.

“Estamos trabalhando intensivamente para proteger nosso estado e contamos com o apoio de toda a população que deve seguir as instruções que temos divulgado em nossas unidades, site e redes sociais”, tranquiliza.

Grupos de WhatsApp também têm sido utilizados para a divulgação de informações sobre a gripe aviária.

“Estamos compartilhando material digital para que cheguem ao maior número de pessoas possíveis. Esta é uma tarefa de todos nós”, completa.

Izabella ainda acrescenta que extensionistas da Emater-MG repassam orientações desde o final do ano passado, durante visitas técnicas às propriedades e reuniões com produtores. Técnicos do IMA também têm divulgado o material diretamente com o produtor.

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Infecções humanas

A influenza aviária pode dizimar plantéis em pouco tempo, causando prejuízos econômicos aos avicultores. Considerada uma síndrome respiratória nervosa, possui alta patogenicidade, e é classificada como zoonose (transmitida do animal para a pessoa).

Em relação às infecções humanas, podem ser adquiridas principalmente por meio do contato com aves doentes (vivas ou mortas) ou ambientes contaminados (secreções respiratórias, sangue, fezes e outros fluidos liberados no abate das aves).

Já o risco de transmissão às pessoas por meio de ovos ou carne devidamente preparados e bem cozidos é muito baixo.

Notificação

O produtor rural deve estar atento aos sinais da doença em suas aves. Dentre os indícios de infecção pelo vírus estão morte súbita, depressão severa, apatia, diminuição ou ausência de consumo de ração e falta de coordenação motora.

Observando sintomas nas aves, o IMA recomenda a notificação por meio do WhatsApp: (31) 98598-9611.

Caso o avicultor prefira registrar a notificação pessoalmente, pode comparecer a uma das unidades do IMA em todo o estado, ou ainda, se manifestar por e-mail selecionando sua cidade neste link: http://ima.mg.gov.br/atendimento/nossas-unidades

Fonte: Agência Minas

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Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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