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Novos servidores da Polícia Civil de Minas Gerais iniciam formação técnico-profissional

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Nesta segunda-feira (29/5), com a realização da Aula Magna, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deu início ao Curso de Formação Técnico-Profissional de 453 servidores recém-empossados. Integram as turmas de policiais civis das carreiras de delegado, escrivão, investigador, médico-legista e perito criminal, bem como analistas e técnicos assistentes das carreiras administrativas.

Os novos servidores foram recepcionados na Academia de Polícia Civil (Acadepol-MG), responsável pela capacitação. “Eles passarão por um curso de formação de um mês e meio (servidores administrativos) a quatro meses e meio (policiais), por meio do qual receberão conhecimentos, princípios e valores da PCMG”, informa a diretora da Acadepol, Yukari Miyata.

Para o médico-legista Caio Cabral, o ingresso na Polícia Civil representa a concretização de um sonho. “Medicina é uma coisa que eu sempre quis exercer, mas quando estava na faculdade eu sentia que eu precisava estar em uma instituição que estivesse de acordo com aquilo que eu sempre acreditei – valores de justiça, cumprimento de dever, hombridade –, que eu pudesse exercer isso com a medicina. Acho que vai ser uma experiência pessoal e profissional da mais feliz e minha maior conquista até hoje”, revela.

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PCMG / Divulgação

Também nos quadros policiais, Eduardo Oliveira resume o sentimento de estar na turma de investigadores: “É indescritível esse momento. Estamos aqui para dar o máximo e integrar a Polícia Civil de Minas Gerais”. A sensação é compartilhada pelo perito criminal Moises Ferreira. “Extrema alegria e gratidão por fazer parte de um órgão tão respeitado, uma polícia tão bem atualizada, equipada e referência no país; fazer uso do que estudei na graduação no exercício tão maravilhoso que é ser policial, e correr atrás da Justiça para a população. Espero poder contribuir bastante na PCMG”, diz.

Um misto de ansiedade e animação no primeiro dia de curso é como define Astrid da Silva Giraldi, que está ingressando na carreira de técnico assistente. “A gente fica ansioso, por ser uma coisa nova, mas eu sei que teremos todo o suporte necessário aqui”, pontua. A colega Bruna Letícia Seixas Rezende, que já esteve no cargo de Astrid e agora inicia o curso de analista, afirma: “Esse curso da Acadepol dá o preparo, ajuda a chegar nas delegacias ou na área administrativa sabendo o que esperar, o tratamento e já conhecendo a instituição”.

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Incremento

Os novos servidores incrementam os quadros da Polícia Civil e reforçam a segurança pública em Minas Gerais nos trabalhos de polícia judiciária e prestação de serviços. A nomeação dos policiais civis e dos profissionais administrativos ocorreu em 27/4/23, com posse na última sexta-feira (26/5) – todos aprovados em concursos públicos dos editais publicados em outubro de 2021 (carreiras policiais) e abril de 2022 (administrativas).

Para o fortalecimento dos recursos humanos na instituição, entre 2019 e 2022, a PCMG teve um acréscimo de 1.594 servidores. As nomeações recentes, conforme o Governo do Estado, foram autorizadas devido à vacância de cargos das carreiras policiais e administrativas da Polícia Civil ocorrida nos últimos anos em virtude de aposentadorias, falecimentos e exonerações. O recurso vem do Tesouro Estadual e será destinado ao pagamento dos novos servidores a título de despesa com pessoal.

A medida ainda está em consonância com a Lei de Responsabilidade Fiscal, que possibilita a reposição de força de trabalho em áreas essenciais, como a segurança, com a nomeação de excedentes em concursos desde que haja vacância de cargos.

Fonte: Agência Minas

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ARTIGOS

Marcelo Morais quer disputar presidência da AMM

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O prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD), sacudiu o cenário político ao anunciar, nesta semana, que está articulando sua candidatura à presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). A declaração veio após um grupo de prefeitos do sudoeste de Minas Gerais manifestar indignação com a constante falta de atenção dada à região nas decisões e composições

Para Morais, essa iniciativa marca um passo decisivo rumo ao protagonismo das associações AMEG, AMOG e ALAGO no contexto estadual, representando 66 municípios e mais de 1,4 milhão de habitantes. “Chega de sermos ignorados pelo Estado quando o assunto é representatividade, seja na AMM, na CNM, no SAMU ou em qualquer outro espaço estratégico. Nossa região não pode mais ficar à margem das decisões que impactam diretamente nossas cidades”, destacou com firmeza.

O posicionamento firme de Marcelo Morais ecoa entre os prefeitos do sudoeste mineiro, que já iniciou as estratégias articuladas para fortalecer a representatividade da região nas eleições da Associação Mineira de Municípios (AMM), previstas para março deste ano.

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