Minas Gerais

Saúde estadual promove campanha digital para lembrar Dia Mundial Sem Tabaco

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu, desde 1987,  31/5 como o Dia Mundial Sem Tabaco, para alertar a população sobre o risco das inúmeras doenças ocasionadas pela substância, além do alto índice de mortalidade em todo o mundo. O tabagismo causa dependência física à nicotina e cerca de 50 doenças diferentes podem estar associadas ao uso ativo ou passivo do cigarro.

Neste mês de maio, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou campanhas de conscientização nas redes sociais para sensibilizar sobre doença. De acordo com Daniela Campos, referência técnica da Diretoria de Promoção à Saúde, a divulgação de informações confiáveis e seguras são fundamentais para alertar a população sobre o impacto do consumo do tabaco para a saúde. “É muito importante a divulgação de informações corretas sobre os malefícios à saúde causados pelo tabagismo e o que as pessoas podem fazer ou onde podem ir para encontrar apoio na decisão de parar de fumar. Essa sensibilização é um primeiro passo, que pode contribuir para a decisão de parar de fumar. Por isso, campanhas educativas são estratégicas e devem ser realizadas de forma contínua”.

Fumado em qualquer uma de suas formas, o tabaco contribui para a ocorrência de acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e ataques cardíacos, que podem levar à morte. Além disso, está associado às doenças crônicas não transmissíveis, e contribui para o desenvolvimento de outras enfermidades como tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrointestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose e catarata, entre outras.

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O cigarro administra partículas de nicotina dispersas no ar por meio da fumaça. Depois de absorvida nos alvéolos pulmonares, a droga cai na circulação sanguínea e chega ao cérebro em, no máximo, 10 segundos. Por este motivo, ela é a responsável pela dependência química do usuário. A fumaça do cigarro traz consigo centenas de substâncias tóxicas, resultantes da queima do fumo, que são inaladas, também, por quem está ao redor do fumante.

A SES preparou um material ilustrativo para demonstrar o que acontece quando o indivíduo para de fumar. Depois de duas horas, por exemplo, não há mais resquícios de nicotina circulando pelo corpo. Dois dias longe do cigarro e já será possível perceber diferença no olfato e paladar. Depois de um ano sem fumar, o risco de morte por infarto do miocárdio é reduzido pela metade.

Para as pessoas que deixaram o cigarro ou manifestam o desejo de parar, a inclusão da prática de atividades físicas no dia a dia é uma forma de amenizar a vontade de fumar e os sintomas da abstinência.

SES-MG / Divulgação

Tratamento no SUS

O SUS oferece tratamento para o tabagismo em mais de 800 municípios de Minas Gerais, por meio do Programa Nacional de Controle do Tabagismo, com profissionais de saúde qualificados. O tratamento das pessoas tabagistas é disponibilizado, prioritariamente, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). O usuário que demonstre interesse em parar de fumar deverá entrar em contato com a Secretaria de Saúde da sua cidade para ser informado sobre os locais do SUS que disponibilizam o tratamento do tabagismo. Dessa forma, o usuário será acolhido pela equipe de saúde e avaliado quanto às principais doenças e fatores de risco relacionados ao tabagismo, história tabagista, bem como o grau de dependência ao cigarro e seu estágio de motivação para a cessação do tabagismo.

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O modelo de tratamento é baseado em uma abordagem cognitivo-comportamental do fumante. Consiste, inicialmente, em quatro sessões que são realizadas semanalmente. Depois, são promovidos encontros mais espaçados, até completar o período de seis a 12 meses. O tratamento tem como finalidade conscientizar os fumantes sobre os riscos de fumar e os benefícios de parar de fumar, fornecer informações necessárias para que o indivíduo possa lidar com a síndrome da abstinência, dependência psicológica e os condicionamentos associados ao ato de fumar, além de apoiá-lo nesse processo. Para mais informações, disque 136.

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Daniela Campos lembra, também, que a redução do consumo de tabaco é uma das estratégias para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), um plano de ação global, com metas integradas e indivisíveis. Estas metas atuam nas três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental. “Os processos para cultivo, fabricação e uso do tabaco produzem/liberam substâncias que poluem água e solo, pela utilização de produtos químicos, grandes quantidades de agrotóxicos, resíduos tóxicos, pontas de cigarro, microplásticos e resíduos de cigarro eletrônico. Além disso, a fumaça do tabaco contribui para a poluição do ar e contém gases que agravam o efeito estufa”, destaca. 

Para saber mais, acesse www.saude.mg.gov.br/tabagismo.

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GERAL

José Santana, presidente de honra do PL, alerta: “A violência no Rio é um retrato do Brasil”

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O presidente de honra do Partido Liberal (PL), José Santana de Vasconcelos, um dos nomes mais experientes da política mineira e com dez mandatos em sua trajetória, se manifestou sobre a crise de violência que o Rio de Janeiro enfrenta. Em conversa recente com um amigo jornalista, Santana revelou profunda preocupação com a escalada da criminalidade e afirmou que o problema ultrapassa as fronteiras do estado.

“A violência no Rio é uma violência nacional. Não dá para separar o Rio do restante do Brasil”, declarou o deputado, ressaltando que a insegurança é hoje um dos maiores desafios do país.

Para José Santana, a discussão sobre segurança pública deve estar acima de ideologias políticas.

“Independentemente de votar à direita ou à esquerda, todo cidadão de bem quer viver em paz. A segurança é uma convergência nacional”, afirmou.

Modelos de referência: Goiás e Santa Catarina

O parlamentar destacou que alguns estados brasileiros têm mostrado caminhos possíveis, citando como exemplo Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, e Santa Catarina, ambos reconhecidos por resultados expressivos na redução da criminalidade e gestões eficientes nas forças de segurança.

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Segundo Santana, as experiências desses estados mostram que é possível enfrentar o crime com planejamento, investimento em inteligência e valorização dos profissionais da segurança pública.

Crítica ao governo federal e à inversão de valores

José Santana também fez um duro questionamento às recentes declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que traficantes seriam “vítimas de usuários”.

“É um absurdo. Nós precisamos de bom senso e equilíbrio. O Brasil não pode continuar sendo enganado com narrativas que invertem valores. Cidadãos de bem estão morrendo, enquanto o Estado é manipulado por discursos que protegem criminosos”, criticou o presidente de honra do PL.

Santana reforçou que a grande maioria dos policiais é formada por homens e mulheres honestos, que colocam a vida em risco todos os dias, e que não se pode permitir que “minorias criminosas” dentro das corporações manchem a imagem da categoria.

Confiança no PL e esperança de mudança

O líder mineiro disse estar confiante na força do PL para 2026, elogiando a condução do partido em âmbito nacional e estadual.

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“O PL hoje tem um dos homens mais sérios e que cumpre 100% da sua palavra, que é o Valdemar da Costa Neto. Ele vem conduzindo o partido com firmeza e responsabilidade em todo o país”, afirmou.

José Santana também reconheceu o trabalho do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, pela forma como vem conduzindo o partido e defendendo valores de ordem, respeito e justiça social.

Encerrando sua fala, o experiente parlamentar deixou uma mensagem de esperança:

“O Brasil precisa reencontrar o caminho da paz e da autoridade. Segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão. Que em 2026 possamos mudar essa história, com coragem, equilíbrio e amor ao nosso país.”

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