Tribunal de Justiça

“O obsequioso silêncio do amor”

“ Não existe nobreza sem generosidade, assim como não existe sede de vingança sem vulgaridade.
Joseph Roth

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POR GILBERTO ALMEIDA

Um amigo e assíduo leitor desta coluna, dia desses, me ligou questionando a razão de não usar o espaço desta coluna para análises de fatos e do cotidiano da cidade de Passos, já que matéria-prima para tal não falta. Respondi ao meu interlocutor que diante do momento que o país atravessa e uma fartura de acontecimentos que, na maioria das vezes são omitidos ou escondidos pela mídia nacional militante, me sinto no dever de neste espaço, mesmo ciente de minha pequenez, deixar um registro histórico e principalmente mostrar aos leitores interpretações de atitudes praticadas pelo destrambelhado governo do Sr Luiz Silva.

Antes que me acusem de anti petista radical e de muitos adjetivos decorados pela militância de esquerda, devo justificar o termo “destrambelhado”: no conjunto infinito de desencontros, desacertos e posicionamentos cuja melhor classificação é batizá-los como infelizes, tivemos mais uma quinzena que será, apenas mais uma, de triste lembrança e que demonstram o desarranjo existente. Em primeiro lugar, o supremo desprezo nas referências aos economistas nacionais, às pessoas que diuturnamente trabalham e estudam para produzir o conhecimento cientifico da economia, com a frase do iletrado Sr Luiz Silva: “Os livros de economia estão superados. É preciso criar uma nova mentalidade sobre a razão da gente governar”. Estranhamente a mesma “comunidade cientifica que tanto defendeu a ciência durante a pandemia agora de forma pusilânime se silencia completamente. Mas aqui fica o registro de que do alto de seu semi analfabetismo, se julga com poder de desprezar todo o conhecimento de muitas e muitas gerações de cientistas econômicos e que certamente não se abalaram por saberem que, mesmo sendo de um presidente da república, tal fala se desmoraliza completamente por ser o titular do cargo o presunçoso Luiz Silva. Vindo de quem veio fica fácil desvalorizar. Para completar a parvoíce do “luizsilvapetismo”, mais uma trapalhada demonstrando que a compreensão de Mercado não existe nos atuais governantes. O Ministro da Previdência Social impôs, sem qualquer critério, uma brusca queda dos juros de consignado dos aposentados o que resultou na desistência dos bancos, incluindo aí a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil que são estatais. A parvoíce dos economistas sem livros, no entanto, foi corrigida por uma vexatória desistência do governo de colocar em prática a “brilhante” ideia do Ministro Carlos Lupi: um vexame que poderia ser evitado se o PT acreditasse na ciência.
Mas outros fatos que beiram à marginalidade também ocorreram nos últimos dias.

A imprensa noticiou que, além de cerca de 200 empresários e parlamentares, os irmãos Joesley e Wesley Batista, executivos das empresas do grupo J&F, que controla a JBS, integrarão a viagem do Presidente da República à China. Sim, os Irmãos da JBS que em 2017, fecharam acordo de delação premiada na Operação Lava Jato confessando crimes e acusando membros do governo de participar de fraudes e tráfico de influência no BNDES por meio do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante a gestão petista.

Nesta conexão classificada como criminosa, beira a bilhão od dinheiro que deveria ter sido devolvido aos cofres públicos além da confissão explícita dos autores. Será que o Sr Luiz Silva julga que todos somos imbecis e incapazes de ver que o significado destas pessoas participarem da comitiva presidencial é um recado aos brasileiros de bem de que o crime compensa no Brasil? Agora usando uma expressão do próprio presidente, terá “uma vivalma” neste país que não ficará indignada com tamanha insensatez que para mim é um deboche, um achincalhe, uma indecência e um insulto a quem luta, trabalha e vive honestamente no Brasil.
Mas para completar a quinzena, o Sr Luiz Silva obrou de novo: em uma entrevista ao site petista Brasil247, por se sentir confortável com os jornalistas pelegos, disse “só vai estar bem quando eu foder esse Moro”, e para piorar completando depois que “eu tô aqui pra me vingar dessa gente”.


De todas as imundícies hoje dominando o Planalto, a fala de Luiz Silva ao menos serviu para descortinar tudo aquilo que a choldra petista escondeu, se fantasiando de “Amor”. Está claro e inequívoco que o Brasil hoje é governado pelo ódio, combinado com o despreparo e a incompetência, associados às mentiras e demagogias baratas que hoje incomodam até mesmo seus séquitos mais saltitantes.
Uma pena que a postura de importantes atores, que questionavam tudo do governo anterior, diante das imposturas bizarras do Sr Luiz Silva, vivem hoje um obsequioso silêncio.

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Carlos Henrique Romanelli, “Carlinhos do Ney”, é eleito vereador em Itamonte com o compromisso de seguir o legado do pai, Ney Romanelli

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Carlos Henrique Romanelli, conhecido carinhosamente como “Carlinhos do Ney”, 56 anos, casado e pai de três filhos, agora faz parte da Câmara Municipal de Itamonte. Eleito pelo PL (Partido Liberal), Carlinhos assume seu lugar como vereador com um grande compromisso: continuar o legado do pai, o inesquecível Ney Romanelli, ex-prefeito de Itamonte por três mandatos e símbolo de trabalho e dedicação à cidade.

Ney Romanelli, falecido recentemente, deixou sua marca através de grandes obras e transformações em Itamonte. Com um coração generoso, o ex-prefeito conquistou o carinho e a admiração do povo, sendo lembrado como alguém que sempre esteve presente nas dificuldades dos cidadãos. “Meu pai foi um grande líder, um exemplo de humildade e amor pela cidade”, afirma Carlinhos, com a emoção de quem foi influenciado profundamente pela trajetória do pai.

O legado de Ney Romanelli é visível nas estruturas que transformaram a cidade, e seu nome permanece na memória dos moradores como sinônimo de uma administração que cuidava de cada detalhe da cidade com zelo e comprometimento. “Quero dar continuidade a esse trabalho, resgatar a simplicidade e o contato próximo com o povo, que meu pai sempre teve”, declara Carlinhos do Ney, evidenciando que sua gestão será marcada pelo mesmo carinho e dedicação, bem como pelo trabalho sério e humanizado que pautou a política de seu pai.

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Com a sua eleição, Carlinhos do Ney chega à Câmara Municipal como a voz do povo, com um olhar atento aos problemas diários que afetam a comunidade. Ele leva consigo o exemplo de liderança do pai, mantendo a humildade e o carinho no trato com cada cidadão de Itamonte, sempre buscando soluções para o bem-estar da população.

A cidade aguarda com expectativa os próximos passos de Carlinhos como vereador, já reconhecendo nele a vontade de fazer a diferença, mantendo a essência de quem cresceu ao lado de um homem que dedicou sua vida à sua terra e ao seu povo. Carlinhos do Ney já se mostra como um político de proximidade, que não perdeu a conexão com as raízes e que promete caminhar, com dedicação e respeito, pelos mesmos trilhos que seu pai seguiu, com muito trabalho e amor por Itamonte.

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